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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

RAPPER PIRATA A CULTURA DE SP SEQUESTRADA GENTRIFICAÇÃO CULTURAL #Gentrificação #Cultura #ForYou


 *A "Gentrificação Orçamentária" e o Sequestro do Espaço Público em SP*

A denúncia trazida pelo Rapper Pirata (Fórum Hip Hop MSP) expõe uma ferida invisível na gestão cultural de São Paulo desde 2017: a gentrificação cultural financiada pelo próprio Estado. Ao contrário da gentrificação imobiliária, que expulsa moradores pelo aumento do aluguel, a gentrificação cultural opera pela asfixia de recursos.
*O mecanismo descrito é perverso e pouco percebido no cotidiano:*
Apropriação do Investimento: O dinheiro público (nossos impostos) reforma o espaço (ex: R$ 94 mi no Anhangabaú).
Privatização do Lucro: A gestão é passada à iniciativa privada (concessão) por um valor irrisório comparado ao investimento (R$ 6,5 mi da WTorre).
Dupla Cobrança: O cidadão paga a obra com impostos e depois paga ingresso para entrar. Pior: a própria Prefeitura paga aluguel à concessionária para realizar eventos públicos em um espaço que era dela.
Enquanto "grandes eventos" da indústria cultural servem de vitrine política e captam milhões, a cultura de base como o Hip Hop, as Casas de Cultura da periferia e as leis de fomento (como a Aldir Blanc), sofrem com o desvio de finalidade, R$ 17 milhões vão para reforma de equipamentos públicos, da Secretaria de Cultura da cidade; já as diversas linguagens culturais paulistanas ficam R$ 5 milhões para fazerem cultura pela e para a cidade. A periferia não é convidada para a festa que ela mesma pagou porque não tem o CNPJ somente o CPF para quitar o imposto.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

RAPPER PIRATA QUANDO VC FOR BYE! BYE!


 

Reunião Extraordinária do Movimento Hip Hop
Domingo:  22 de fevereiro de 2026
Horário: Das 14h às 16h
Local: Rua Sete de Abril, 176 – Próximo à Praça da República - Cidade de SP

Tema: Políticas de Hip Hop na cidade de São Paulo.

Estamos falando de orçamento, reconhecimento institucional, formação, fomento, territorialidade, ocupação de espaços públicos e construção de políticas permanentes,  não favores.
A  cultura hip hop forma sõcio cultural como política de Estado.

Essa reunião não é apenas um encontro.
É articulação.

Se o Hip Hop é cultura, é educação, é economia criativa, é tecnologia social,  então ele precisa estar no centro das decisões que impactam a cidade.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Discurso da escassez e o esvaziamento da política cultural


RAPPER PIRATA

Há anos, a Prefeitura de São Paulo sustenta o discurso de que não há recursos suficientes para investir em políticas públicas, especialmente na área da cultura. Esse argumento, repetido de forma sistemática, tem servido como justificativa para a limitação de ações estruturantes e para o enfraquecimento de iniciativas voltadas à promoção da cidadania.

No entanto, os dados demonstram que essa narrativa não corresponde à realidade.

Desde 2008, a prefeitura afirma não alcançar suas metas de arrecadação.

Ainda assim, em 2025, o município registrou um recorde histórico, com arrecadação de *R$ 123.451.799.491,00* .

O problema, portanto, não parece ser a ausência de recursos, mas a falta de transparência sobre o destino desse montante e as prioridades estabelecidas na gestão pública.

Nesse cenário, torna-se urgente a construção de estratégias coletivas e uma compreensão mais profunda da política cultural da cidade. A cultura, enquanto política pública, não pode ser reduzida a discursos que, na prática, se encerram em negócios voltados exclusivamente à indústria cultural. Seu papel central é a promoção da cidadania, o fortalecimento dos territórios e o reconhecimento das expressões culturais que emergem do cotidiano da população.

O discurso da “falta de dinheiro” acabou naturalizando a concentração de recursos em determinados setores, enquanto a estrutura de uma política cultural ampla, democrática e permanente foi sendo paralisada. Trata-se de um processo já vivido e que, novamente, começa a se repetir.

A experiência acumulada ao longo dos anos permite reconhecer esse padrão. Culturalmente, a vivência cotidiana nos oferece elementos suficientes para compreender os impactos dessas escolhas. É preciso, portanto, estar alguns passos à frente, antecipando cenários e reagindo de forma organizada.

Afinal, transformar a cidade em um grande espaço de consumo cultural uma espécie de “Times Square” significa esvaziar seu sentido público, diverso e cidadão. E, quando isso acontece, já é tarde demais.

domingo, 1 de fevereiro de 2026

REUNIÃO DO MOMENTO HIP HOP

Data: 05 de fevereiro de 2025
Horário :19h00
 Rua Sete de Abril, 176
Centro – São Paulo
Próximo à Praça da República

PAUTA:
Política Pública de Hip Hop no Município de São Paulo

MCs • DJs • B-boys • B-girls • Grafiteiros • Produtores • Militantes da cultura

Hip Hop é organização, é política, é futuro!
#HipHop #HipHopEterno #BreakMusic #BreakingLimits #breaking 

A IMPORTANCIA DA CULTURA NA SOCIEDADE PAULISTANA

PROPOSTA PARA ELABORAÇÃO DO MÊS DE HIP HOP 2024

RESPOSTA DA SECRETARIA DA CULTURA REFERENTE O MÊS DE HIP HOP 2023

ESPORTE BREAKING COM POLÍTICA PÚBLICA

Plano de negócios para umempreendimento de Breaking

POLITICAS DE HIP HOP SP

DROGRA JWH-18 K

DROGADIÇÃO

CONFERÊNCIA LIVRE POPULAR DOS MOVIMENTOS CULTURAIS SP