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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Valores da SEMANA 2014

Produção
Coordenação Geral
R$ 2.000,00
Equipamento Pick up e Som
R$ 1.500,00
Registro
R$ 400,00
Apoio (2)
R$ 600,00
Total por espaço
R$ 4.500,00

Atividade
Quantidade
Valor Unitário
Observação
Apresentação
9
R$ 1.500,00
São 09 apresentações para os 4 elementos
Oficina (DJ,MC, Dança e Grafitti)
4
R$ 400,00
Valor para cada oficina. No caso da oficina de Grafitti, a SMC enviará o spray
Debate (4 debatedores + 1 mediador)
1
R$ 300,00
Debate comporta até 05 pessoas, no total R$ 1.500,00 e Valor Individual de R$ 300,00
Produção
1
R$ 4.900,00
Veja a descrição abaixo
Batalha
1
R$ 1.500,00
Valor total para ser dividido entre os participantes dos 4 elementos
Sarau
1
R$ 1.500,00

Sound System
1
R$ 1.500,00





quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

ISSO NÃO É HIP HOP

Triste! Para evitar a moradia de pessoas em situação de rua nos viadutos da

Avenida Cruzeiro do Sul em Santana SP, a Prefeitura de SP usa 

paralelepípedos para as pessoas não ficarem lá, ai , justifica-se que tem que 

manter os painéis da Galeria de Graffiti. Os elementos do hip hop hoje sendo

usado para oprimir aqueles que ele ampliou voz a partir de suas 

manifestações no mundo. Fucking City SP.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

COMITÊ CONTRA O GENOCÍDIO DA JUVENTUDE PRETA, POBRE E PERIFÉRICA

COMITÊ CONTRA O GENOCÍDIO DA JUVENTUDE PRETA, POBRE E PERIFÉRICA

– ATA DA REUNIÃO DE PLANEJAMENTO 2014 - 08/02

Priscila Costa (Fórum de Hip Hop MSP) – priscilahystera@gmail.com - 984671065

Miguel (Fórum de Hip Hop MSP) – Miguel_elara@hotmail.com - 981440473

Rapper Pirata Fórum de Hip Hip MSP) – rapperpirata@gmail.com - 982162160

Titto (Fórum de Hip Hop MSP/ Força Ativa) - tito1fantasma@yahoo.com.br -

981110851

Bia Sankofa (Força Ativa) – bia.ncfa@yahoo.com.br - 951560057

Terno MC (Fórum de Hip Hop MSP/ Coletivo Perifatividade) – ternopb@gmail.com –

970482249

Diego Soares (Fórum de Hip Hop MSP/ Coletivo Perifatividade) -

die.editor@gmail.com - 958795512

Costa (Unegro/SOS Racismo) – 08007733886/997135190

Ailton Santos (Periferia Ativa) – jailton@usp.br - 954913594

Fuca – cailinhos@hotmail.com - 59317378

Andreia (PSOL) – dedeia.andreialima@yahoo.com.br

Arilton Soares (PSOL) – ariltonsoares@yahoo.com.br - 964379814

Guilherme Guedes (PCB) – guilherme1@gmail.com - 982640105

Vanessa (Oposição APEOESP Itaquera) – nessalela@gamial.com - 992025940

Gutemberg – Gutemberg.fotofilmegem@yahoo.com.br

Ieda Ferreira – iedaf1@hotmail.com – 9643313130

Bruna Laservicius – bruna.lasevicius@yahoo.com.br - 975480564.

Comunicação: articulação/assessoria com “grande mídia”, mídia alternativa,

administração das páginas nas redes sociais, blog e site. (Pirata e Fuca)

Mobilização: articulação com as entidades no território (trabalho de base). (Priscila,

Chico, Titto, Vanessa e Dennis).

Institucional: assessoria jurídica, documentação, pesquisa, articulação, comunicação

institucional e finanças. (Miguel, Arilton, Costa, Ailton)

ÿ 21/03 Dia Internacional Contra a Discriminação Racial *

ÿ 08/03 Dia Internacional da Mulher (proposta nova, entra na discussão

do dia 22/02) – Dennis, e proposta de descentralização para as regiões –

Vanessa.

ÿ 12/05 Dia da Falsa Abolição (Marcha Noturna) *

ÿ 10, 11, 16/06 – Agenda das manifestações contra a copa (Congresso da

FIFA no Anhembi e “inauguração” da copa) Inserido para o dia 22/02 –

Arilton e Dennis.

ÿ 25/07 O Dia da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha

ÿ 02/10 Massacre do Carandiru – Apresentada, discutida e aprovada na

agenda em 8/02.

ÿ 20/11 Dia Nacional da Consciência Negra * (Passa para rediscussão em 22/

02, temos problemas políticos quanto a Marcha unificada). Há propostas

de descentralização para as regiões. – Titto, ou pactuar com as duas

propostas – Chico.

ÿ 10/12 Dia Internacional dos Direitos Humanos

*calendário tradicional do Movimento Negro

Institucional

ÿ Políticas Públicas de Juventude não Efetivadas no Município (GT junto à

Subcomissão de Juventude da Câmara)

ÿ Fim da Operação Delegada (Reunião com Haddad)

ÿ Audiências Públicas Descentralizadas (Articulação com a Defensoria Pública

Estadual)

Mobilização e Institucional

ÿ Núcleos Territoriais (Mapeamento das Entidades e Articulação Institucional) –

Passa por rediscussão em 22/02

ÿ Cartilha de Abordagem Policial (Articulação com a Defensoria Pública Estadual

e com o Centro Cultural da Juventude) - Passa por rediscussão em 22/02

Mobilização, Institucional e Comunicação

ÿ Audiência Pública Estadual – O GT Institucional está aguardando resposta do

Prof. Gustavo Venturi (ex. DATAFOLHA) quanto ao melhor período visando

impacto social e desgaste político, de acordo com os consensos fechados após

o seminário de 2013.

Comissão para construção de curso de formação sobre a gênero

(Vanessa, Priscila, Costa e Ieda) – Demanda apresentada, discutida e

aprovada em 8/02

BANDEIRAS DE LUTA 2014

1 - Encarceramento em Massa

2 - Procedimentos em hospitais que recebem feridos em confronto

3 - Indenizações e apoio a familiares e vítimas fatais ou não.

4 - Apurações do funcionamento de grupos de extermínio

5 - Acesso a informação e produção de dados

6- Elucidações das chacinas e mortes e punição aos possíveis policiais

envolvidos.

7 - Comissão mista para desenvolver propostas para a redução da letalidade

8 - A retirada dos autos de resistência

9 - Garantia de segurança para a denúncia

10. Autonomia do IML

11. Independência e fortalecimento da Ouvidoria da Polícia

Eixos em vermelho estão momentaneamente fora da agenda 2014 e serão

discutidos novamente em 22/02

O que muda, organizativamente falando, no Comitê?

O modelo de frente, onde as entidades que assinam o documentos passam a

integrar o Comitê, caiu. As entidades passam a fazer parte do Comitê através

da participação nos GT’s. Entidades que fazem trabalhos pontuais ou só

apoiam a causa são consideradas entidades apoiadoras. A política quanto as

entidades vale também para os partidos políticos, fóruns e etc.

Essa mudança na organização do Comitê é baseada no consenso, podendo

ser revogada antes da formalização organizativa, onde passará novamente por

discussão, no que seria nosso I Congresso.

Pautas para 22/02

GT’s

Comunicação – Precisa de gente, caso não consigamos, precisamos migrar

gente pra lá.

Mobilização – Caíram duas das três tarefas da agenda, precisa tentar se

reunir antes do dia 22/02. O que substitui os núcleos territoriais? Iremos

reimprimir a cartilha do CEDECA Sapopemba? Precisamos de uma proposta

de mobilização para a agenda de atos, é possível viabilizar as novas datas?

Institucional – Tem reunião marcada para amanhã, 17/02, no GTNN às 19h.

Irá se discutir o plano de trabalho com base nas atribuições básicas, a posição

quanto as novas propostas de atos na agenda do ano, o programa aprovado

em 8/02, a posição quanto ao que saiu da agenda para rediscussão em 08/02.

O Institucional precisa viabilizar os retornos dos contatos para atualização

do status dos eixos que estiveram na pauta da agenda de 2013 (primeiro

semestre) com o MPF, SEJ, DP (aguardando retorno da Daniela Skromov).

O Kilombagem solicitou a inserção das articulações com a Defensoria (curso

de formação e núcleos territoriais) e com a SME (ocupação dos Céus) na pauta

do dia 22/02.

Política interna – Mantemos consenso? Podemos avançar para a discussão

sobre a formalização do processo?

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Operação Delegada



Miguel Angelo - Fórum de Hip Hop MSP

Criada na gestão Kassab em 2009, a Operação Delegada visa, segundo um de seus idealizadores, o Vereador Coronel Camilo (PSD), o combate ao comércio ilegal, garantir uma renda extra aos policiais e dar segurança a população nas ruas com foco no centro expandido e também nas áreas tradicionais de comércio como os largos da Batata e 13 de maio (porém, existe um enfoque, e quase uma redução, na questão do bico, a demanda por um bico aos PM’s é evidente, tornar isso oficial e pela Prefeitura daria mais garantias os oficiais interessados). O foco quando da criação era combater o comércio ambulante, principalmente no centro de São Paulo. Parte das vagas ociosas é relacionada à continuidade no trabalho, mas outra visa expandir a operação, o que gera problemas.
Foram gastos R$ 268,8 milhões entre 2010 e setembro de 2012
A Operação Delegada deixou o Plano de Metas 2013-2016 a pedido da própria população, majoritariamente na periferia da capital.

“A população não quis. Veja bem, a Operação Delegada não é bem vista pela população. Porque consideram que a PM é violenta, enfim, tem uma série de restrições lá (nos bairros de baixa renda). Recebemos (reclamações) em quase todas as (35) audiências, a população não querendo que nada constasse de Operação Delegada”.
Secretária de Planejamento, Orçamento e Gestão, Leda Paulani

Se por um lado não desejamos resolver os problemas que afetam o povo preto, pobre e periférico com a PM os próprios oficiais também se recusaram a participar, diante da proposição de ir além do combate aos ambulantes. Muitos não quiseram ir (fazer patrulha nos bairros).

Nos incomoda muito a uma parceria que aglutina concepções de segurança extremamente distintas como a do Governador Geraldo Alckmin (que, entre outras coisas, é a favor da internação compulsória e a redução da maioridade penal), o Secretário de Segurança Pública Fernando Grella (o mesmo que se recusou a comparecer em uma audiência pública contra o genocídio da juventude preta a qual a equipe do mesmo ajudou a articular e que recentemente negou o caráter repressivo de sua política de segurança pública)
Convênio Assinado entre Alckmin e Haddad
Além de ajudar a combater o comércio irregular, 3.898 Policiais Militares e Bombeiros poderão ajudar na prevenção e fiscalização de incêndios em estabelecimentos, no Programa de Silêncio Urbano (PSIU) e na preservação do patrimônio e equipamentos municipais. A assinatura foi feita no Palácio dos Bandeirantes, Zona Sul.

A respeito da proteção do patrimônio e equipamentos municipais, as alterações têm o objetivo de dar maior proteção aos edifícios, praças e outros equipamentos municipais na cidade. Os PMs que participam da Operação também poderão prestar maior apoio ao município quanto a fiscalização do Programa de Silêncio Urbano (PSIU). No período da noite atuarão cerca de 1.300 policiais.

“Nós concordamos em agirmos juntos desde já e daqui a quinze dias ampliar pela primeira vez a Operação Delegada. Essa operação vai mudar, o governo concorda e está todo mundo de acordo que ela mudará para melhor, já que ela não será mais restrita à delegação de uma atividade, com o foco nos locais de reunião”,
Fernando Haddad, Prefeito da Cidade de São Paulo

“Sou secretário de Direitos Humanos de São Paulo, portanto, sigo uma diretriz política, mas nem sempre nos sentimos confortáveis com algumas decisões que extrapolam nossa competência. Confesso que essa é uma destas questões. Não acho a Operação Delegada uma boa solução, da forma pela qual foi firmada.”
Rogério Sotilli, Secretário Municipal de Direitos Humanos

É nítida a disputa interna pelo que deveria ser a Operação Delegada e até mesmo quanto ao como é possível equacionar as questões colocadas na justificativa da alternativa escolhida pelas gestões municipal e estadual. Sotilli, por exemplo, reconheceu a necessidade de encontrar alternativas para como lidar com a truculência da PM (Policia Militar), mesmo sem governabilidade sobre a corporação, e até reconheceu que esse fenômeno, a truculência, está também à cultura da GCM (Guarda Civil Metropolitana)

“Temos governabilidade sobre a GCM, que também não é fácil. A GCM é truculenta, porque ela vem formada sobre a ideia da repressão, de dispersar, higienizar, de tirar as pessoas diferentes das ruas. Se é LGBT tem de sair, o padrão é ser macho ou mulher, se é morador de rua tem de sair também, e este é um processo cultural a ser trabalhado.”
Rogério Sotilli, Secretário Municipal de Direitos Humanos

Enquanto isso...

Enquanto que o índice de desigualdade Gini no Brasil é de 0,56, na cidade de São Paulo o índice é de 0,57
São 14,1 mil pessoas morando nas ruas da cidade
228 mil famílias vivendo em extrema pobreza, sobrevivendo com renda de até 1/4 do salário mínimo
386,4 moradias (10,8% do total de moradias da cidade) nas 1,631 favelas da cidade
A ausência total ou parcial de infraestrutura básica urbanística mínima, pela irregularidade jurídica ou fundiária da posse ou da propriedade e/ou pela ausência de espaço interno suficiente para morar, sendo desde de 2009 cerca de 890 mil domicílios nessa situação

Na saúde, o tempo de espera vem aumentando continuamente a revelia das ações da gestão municipal quanto a atenção básica

sábado, 15 de fevereiro de 2014

GOVERNADOR DE SÃO PAULO CRIMINALIZA MOVIMENTOS SOCIAIS

Nós do FÓRUM DE HIP HOP MSP rimando e protestando

 contra a politica pública de segurança do Geraldo Alckimin 

que é algo nocivo aos pobres, pretos e periféricos. Ai um 

monte de gente até nossas, as que estão felizes porque 

estão noS bancos da academias ou em partidos, esses que 

vão ignorando o GENOCÍDIO; mas o bang está ficando 

pesado. O Geraldo foi o primeiro governador a usar lei 

contra o crime organizado no Brasil contra os movimentos 

sociais. Essa lei considera crime organizado quatro pessoas 

numa ação, e como sabemos que é cultura das policias e 

juízes do PSDB forjarem crime contra os pobres o negócio 

vai piorar. A vaga está esperando você, mesmo se tiver 

diploma.

reunião


quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014



O HIP HOP PAULISTANO SAI A FRENTE MAIS UMA VEZ.

RAPPER PIRATA

 

Hoje vivemos em uma sociedade que minorias negam a participação da maioria no direcionamento dos rumos dela; então aqueles que rogam diariamente  que lutaram na década de 70 na ditadura militar civil, hoje são violentos na execução da administração do estado contra os(as) pretos(as) pobres e periféricos(as), para condicioná-los(las) aos seus interesses de grupos, seja clãs maçônicos  ou partidos. Já o movimento hip hop fenômeno recente na política brasileira utiliza-se da Lei da Semana de Hip Hop para manter a participação social. O projeto “SEMANA DE HIP HOP 2014 -10 ANOS DE RESISTÊNCIA NEGRA E PERIFÉRICA DAS RUAS PARA A CULTURA EM MOVIMENTO”  fora e será executado por muitos(as), desde de pessoas que estão dentro da prefeitura de São Paulo como a sociedade civil periférica, essa ação dá o sentido perdido nos rumos do Brasil referente a participar e não somente fazer parte. A forma do pensar político hoje  prefere alienar seu povo pela mídia, do que dialogar e encontrar soluções dos conflitos que traz ao individuo(as), esse que te quem viver em coletividade com outros(as) socialmente.

 

SEMANA DE HIP HOP MUNICIPAL SP 2014 da maioria do movimento hip hop preto e periférico.

 

http://forumhiphopeopoderpublico.blogspot.com.br/