Translate

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Ata do encontro temático do GT Juventude: Cultura e Juventude – 19/ 12/2011


Ata do encontro temático do GT Juventude: Cultura e Juventude – 19/
12/2011

Presentes: Rapper Pirata (Forum Hip Hop Municipal SP), Tarsila Portella (Aprendiz), Flávio Munhoz
(Comunidade Cidadã), Renato Almeida (IPJ), Thiago Vinicius (Agência Solano Trindade), Luiz
Barata (Ação Educativa), Clebio Ferreira (Quilombaque), Cleisa (Jornal o Trecheiro), Douglas
Alves (Fundação Tide Setúbal) e
Rede Livre Leste: Emely Meirelles, Leandro Hoehne, Eliot Meirelles; Rodrigo Arrais e Cinthia
Arruda (Bico de Lata); Clarissa Oliveira (Filhos da Trupe), Ângela Garcia (Grupo do Balaio), Ellen
Rio Branco e Paulo Maia (Filhos da Dita), Anderson Silva (Filhos da Trupe), Samara Oliveira
(Trupe Arruaceiro), Vanderlei Egidio (Coletivo Cravo Branco), Raphael de Oliveira, Queila
Rodrigues e Nilson Castor (Cia do Outro Eu).

Assuntos tratados

1. Falas de participantes

Luiz Barata (Ação Educativa):
Apresenta o Boletim “Juventude, espaços e políticas de cultura”, recém-lançado pela Ação
Educativa, e a partir dele destaca uma questão: como produtores de cultura acessam espaços
de difusão cultural com estrutura adequada se não existem na periferia? Ou eles se adaptam à
precariedade e ao improviso ou acabam usando espaços de fora, mais estruturados (seja uma
sala de cinema ou uma casa de show, por exemplo). Mas isso não reforça a falta de acesso na
periferia? Como pensar em espaços adequados que fiquem na periferia?

Ângela Garcia e Garcia (Rede Livre Leste
Traz a história da formação da rede por vários grupos da Leste, que se reúnem para ocupar um
espaço público. Inicia com cortejos que circulam pela região até os espaços, passam a fazer
debates, montam kits (kit incomoda e kit move), mostras de teatro de rua, fóruns. O princípio
é a ocupação do espaço público com arte.
Desta experiência redigem o Manifesto Policêntrico, que fala de pouco reconhecimento, falta
de políticas de desenvolvimento e fomento cultural, a necessidade de apoio para formação,
produção, difusão e pesquisa, entre outras questões.

Leandro Hoehne completa dizendo que não há uma experiência grande da Rede com uma
intervenção nas políticas públicas, existe uma dificuldade de conhecer as instâncias, esses
espaços políticos difíceis de entrar. A relação que tem se estabelecido é mais com a secretaria
de Cultura e em intervenções mais pontuais, como foi na defesa do espaço do CICAS (que
correu o risco de ser desocupado pela prefeitura). A visão política do grupo é uma prioridade,
mas entendem como um processo em construção. Às vezes é dispersivo começar a entrar em
lutas específicas, como com o movimento de moradia da várzea do Tietê.

Rapper Pirata (Fórum Hip Hop Municipal SP):

Em relação à possibilidade de emendas para orçamento de cultura e para o VAI, é importante
saber que apenas a aprovação não é suficiente, é necessário acompanhar, pois o valor pode
acabar sendo destinado a outras coisas. Deve ser prioridade conhecer aquilo que já virou
lei, não ficar num achismo. Tem que ser feito um levantamento, conhecer o orçamento da
Secretaria de Cultura, aprender a ler e utilizar para reivindicar políticas.

O orçamento tem que ser foco de discussão, precisa ser ampliado, hoje as Casas de Cultura
e CEUs são sucatas, os verdadeiros produtores culturais são os que estão aqui e precisam
receber verba. Circulam valores altos, mas para cultura é sempre diferente. Porque não pensar
e demandar mais, R$ 1 milhão pode ser pouco, podemos demandar essas quantias, mas temos
que conhecer como funciona, ter argumento com base nas leis, no orçamento detalhado da
Secretaria de Cultura, por exemplo.

Thiago – Rede Solano Trindade

A Agência Solano Trindade teve origem na União Popular de Mulheres, que trabalha a
prevenção da violência doméstica. A Feira sócio cultural em 2003 abre um trabalho mais
dirigido à cultura. Recebem ali um Ponto de Cultura e sala de inclusão digital. Desenvolvem
a Moeda Sampaio, com base na ideia de fomento de um banco comunitário que hoje está
funcionando, com o objetivo de fortalecer a economia do bairro. Ela passa a ser utilizada no
fomento a ações culturais, com a produção e comercialização de livros, Cds e outros produtos
e serviços.

Quilombaque –

A Rede do Quilombaque (Viva Periferia Viva) tem 60 coletivos. Temos lá um projeto de Ponto
de Cultura. Atuamos em 5 praças para fomentar atividades 1 vez por mês. Multirão cultural na
quebrada, palcos simultâneos. Fóruns de debate sobre a cultura local e sustentabilidade.

Temos discutido mais o VAI – hoje ele não é suficiente pois temos muitos grupos - , a gestão do
CEU, as Casas de Cultura. Fizemos uma reunião com o Minc, sobre projeto de R$ 1,5 milhão.
Porque é muito para a periferia? Quilombaque é um centro cultural. Fomento a coletivos não
institucionalizados, só existe o VAI, permanece o problema do CNPJ. Também precisa ser mais
discutido o sistema de avaliação em editais. Escrever ou mostrar na prática? Porque não uma
visita técnica para aprovar um projeto? A questão da oralidade é forte, as pessoas não sabem
lidar com escrita mas podem ter ideias e iniciativas culturais muito boas.

Outras falas:

- Precisa ser pensada e reorganização do Conselho Municipal de Cultura.

- Pessoas que trabalham em equipamentos públicos na periferia não são do local, não há
contato com os grupos locais, as pessoas da região não são contempladas os artistas da região.
Isso acontece na Supervisão de Cultura, nas Casas de Cultura, nos CEUs. Qual o conhecimento
sobre cultura. Como podemos participar da escolha destas pessoas? Como podemos ter maior
controle social? O produtor jovem não tem reconhecimento seja nos espaços, seja em editais
que acabam valorizando quem já tem mídia.

- As Casa de Cultura passam para Secretaria de Cultura. Dois lados: pode ajudar a funcionar
melhor, isso é uma demanda dos movimentos culturais para o Secretario Calil; por outro lado
isso esvazia o papel da subprefeitura, amplia o processo que faz com que as pessoas que
chegam não conheçam a realidade da região.

- Casa de Cultura da Brasilândia está trancada, não foi mais aberta.

- O CEU também tem este problema de gestão, que é fundamental no seu funcionamento.
Tem que haver uma diretriz de ocupação dos espaços. Quando a prefeitura tem uma diretriz
de controle dos espaços, há um afastamento, uma burocratização excessiva. A lógica deve ser

invertida, como era na gestão da Marta, quando as coisas funcionaram bem melhor. Em que
ponto o projeto acabou se distanciando do que foi proposto?

- Casa de Cultura: tem que saber o que está no papel, o que define a Casa de Cultura.
Necessidade de um diagnóstico, de conhecer a Lei e quais são os problemas e diferenças entre
os espaços já existentes.

- Existe uma lógica da precariedade, faz-se as coisas de improviso . O resultado é que os
espaços não têm estrutura necessária. Porque tem que ser sempre uma sala vazia e largada
para que os produtores ocupem e se virem. Uma lógica “eu deixo você usar, já não está bom
assim?”, como se não fosse um direito.

- Lógica de editais que privilegiam aqueles que já têm CNPJ ou reconhecimento. Precisa existir
uma representatividade de jovens dentro das comissões de avaliação de projetos. Isso deveria
existir no VAI.

Resumo de propostas:

I - A gestão dos CEUS e das Casas de Cultura deve estar orientada pela participação e facilidade
de acesso dos produtores culturais, especialmente os/as jovens. Para isso:

a) A escolha dos gestores deve passar pelo conhecimento sobre cultura, não entendido
somente como conhecimento acadêmico, mas a história com a questão. Esse gestor
tem que conhecer as especificidades da produção periférica e ter capacidade de
diálogo com grupos locais.
b) Devem ser criados mecanismos de participação na escolha e avaliação dos gestores,
especialmente por produtores culturais e a juventude. Exemplos: criação de conselhos
gestores e realização de processos eletivos nas comunidades.
c) Fazer um conselhos sobre as Casas de Cultura, localizados ou para a cidade toda.
d) o Conselho Municipal de Cultura tem que abrir espaço para grupos sem CNPJ, dando
maior participação da sociedade civil. Se for deliberativo, melhor. Maior interferência
dos produtores locais na gestão.
e) O uso dos espaços deve ser desburocratizado, a entrada e saída deve ser livre, sem
carteirinha; o uso pelos grupos produtores deve ser facilitado.

II - Audiências públicas das Comissões de Finanças, da Comissão de Criança, Adolescência e
Juventude e da de Cultura devem acontecer de forma descentralizada, chegando às diferentes
regiões.

III – A reforma (que já está prevista) dos Teatros Municipais Distritais que não estão nas
regiões mais nobres precisa ser priorizada. Exemplo: Teatro Flávio Império.

IV – Ampliar editais que não dependem de CNPJ ou reconhecimento da mídia. Discussão dos
modelos de avaliação e seleção destes editais, buscando garantir.

Necessidades identificadas / tarefas do grupo

- Falta de conhecimento sobre as políticas e leis pelos grupos juvenis, fazer um levantamento e
sistematizar informações para levar aos movimentos.

- Problema do orçamento baixo para a cultura (especial ações que afetam a juventude) e

equipamentos precários, pouco estruturados. Necessidade de especificar qual a estrutura
necessária nos equipamentos.

- Pensar na proposição orçamentária para 2012 com antecedência, até junho. Necessidade de
incidir no orçamento, especialmente de cultura.

Encaminhamentos

- Levantar e entender a lei de Casas de Cultura. Secretaria do GT levanta a Lei e compartilha.

- Dar resposta sobre orçamento do VAI para 2012. Responsável: secretaria do GT

- próximo encontro irá discutir as Casas de Cultura e irá acontecer no dia 21 de janeiro,
sábado, antes do Sarau na Casa de Cultura do Itaim Paulista. O horário será fechado por email.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

INDICAÇÕES PARA SEMANA DE HIP HOP 2012


FAÇA SUAS INDICAÇÕES PARA SEMANA DE HIP HOP 2012, PESSOALMENTE.

TEM QUE APRESENTAR-LAS NO DIA  15/12/2012  19HRS
CAMARA MUNICIPAL SP
VIADUTO JACAREI 100
PRX BANDEIRA  SP

MC OFICINEIRO:..............................................................

DJ OFICINEIRO:............................................................

GRAFFITI OFICINEIRO:..............................................

BREAK OFICINEIRO:.................................................

APRESENTAÇÕES:
MC:........................................................

DJ:....................................................

GRAFFITI:...........................................

BREAK:...............................................

domingo, 4 de dezembro de 2011

SEMANA HIP HOP 2012


reunião semana de hip hop 2012 
08/12/2011   horário 19hrs


local: Câmara Municipal de São Paulo
Viaduto Jacareí, 100 - Bela Vista - São Paulo - SP - CEP 01319-900
Telefone: 3396-4000


sábado, 26 de novembro de 2011

REUNIÃO DO FÓRUM DE HIP HOP MUNICIPAL SP

DATA 01/12/2011    HORÁRIO: 19HRS

LOCAL AÇÃO EDUCATIVA
RUA GENERAL JARDIM 660
PRX METRÕ REPÚBLICA



--
Oi! Visite.
MY SPACE clique http://www.myspace.com/rapperpirata
Blogger Rapper Pirata
http://rapperpirata.blogspot.com
Orkut clique http://www.orkut.com/Home.aspx?xid=1849091096719757289
FONE: 55-11-8216-2160
EMAIL: rapperpirata@gmail.com

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

HIP HOP MINHA VOZ ESTÁ NO AR CONTRA O GENOCÍDIO DA JUVENTUDE PRETA


Força Ativa
HIP HOP MINHA VOZ ESTÁ NO AR
CONTRA O GENOCÍDIO DA JUVENTUDE PRETA

CONVITE
O Núcleo Cultural Força Ativa, uma das primeiras posses do Movimento Hip Hop da cidade de São Paulo, sempre pautou como centro do debate, perante a sociedade, a luta contra três formas de manifestações da coisificação do outro: 1) o preconceito racial; 2) a discriminação racial; e 3) o racismo.
As entificações das relações raciais no Brasil atende a uma forma de expansão das capacidades produtivas e de acumulação primeira de Capital, desde a longa transição do regime feudal. Estas entificações foram originadas do processo de exploração da força de trabalho do povo africano na América. Logo as entificações do racismo são produto direto de um processo ontológico fundante do ser social, isto é, o trabalho. Visto como produto da práxis humana e da relação de exploração de trabalho e não de abstrações estranhadas – por  motivação de pigmentação da pele, imigração, posições racistas de academicistas (principalmente de esquerda), etnicidade, bem assim qualquer tentativa de explicação subjetivista – as manifestações racistas se metabolizaram dentro de um cenário de barbárie e se perpetuam nas asas do irracionalismo.
Na contemporaneidade, os povos que trabalharam cerca de quatrocentos anos, sem remuneração, estão recebendo como reconhecimento da sociedade classista brasileira, uma premiação sepulcra, ou seja, processo de execução denominado GENOCÍDIO.
A política de GENOCÍDIO como recompensa do processo de trabalho realizado na forma da mais-valia absoluta, se traduziu nos tentáculos da sociedade, pelo seu principal veículo de dominação da burguesia, o Estado. Por meio da negação de acessibilidade dos povos aos serviços públicos e por ação deliberada, mesmo antes da formação clássica do Estado Brasileiro. Exterminar e executar africanos provenientes do processo de escravização para a super exploração de trabalho é uma práxis cultural do setor conservador da nossa sociedade. Para ilustrar o que se afirma podemos recorrer a Celso Furtado e veremos o que ele teceu acerca da questão.
Furtado ressalta essa prática genocida da sociedade brasileira frente aos trabalhadores africanos da época, num texto que trata do problema da mão-de-obra:
“... O primeiro censo demográfico, realizado em 1872, indica que nesse ano existiam no Brasil aproximadamente 1,5 milhão de escravos. Tendo em conta que o número de escravos, no começo do século, era de algo mais de um milhão, e que nos primeiros cinqüenta anos do século XIX se importou muito provavelmente mais de meio milhão deduz-se que a taxa de mortalidade era superior à natalidade. É interessante a evolução diversa que teve o estoque de escravos nos dois principais países escravistas no continente: os EUA e o Brasil. Ambos os países começaram o século XIX com um estoque aproximadamente um milhão de escravos. As importações brasileiras, no correr do século, forma cerca de três vezes maiores do que as norte-americanas. Sem embargo ao iniciar-se a Guerra de Secessão, os EUA., tinham uma força de trabalho escrava de cerca de quatro milhões e o Brasil à mesma época algo de 1,5 milhão.

Por outro lado, na sociabilidade negada aos extratos da classe trabalhadora, o genocídio, é cotidianamente afirmado pela política voraz de eliminação dos pretos. Podemos utilizar as formas pacificadoras utilizadas nos morros no estado do Rio de Janeiro. As ações policiais na cidade de São Paulo, relembrando o número de assassinatos contra a população preta. Para reforçar o que estamos falando, em termos de oficialidade, citaremos alguns dados dos índices de mortalidade atual do mapa da violência.
Segundo dados do Instituto Sangari, na década anterior o número de pessoas pretas executadas na sociedade por motivo de arma de fogo vem crescendo a cada ano. “Existe um diferencial de evolução entre brancos e [pretos]:
-         Em 2002, morriam proporcionalmente 58,8% mais [pretos] do que brancos.
-         Se esse já é um dado grave, em 2005, esse indicador sobe mais ainda: vai para 96,4%.
-         E, em 2008, o índice atinge 134,2%”. (Mapa da Violência 2011).
Essa queda tendencial da taxa de homicídios dos brancos reflete um aumento da taxa de homicídios contra a população preta, isto ocorreu em todos os estados da federação.
         o número de vítimas brancas caiu de 18.852 para 14.308, o que representa uma queda significativa, da ordem de 24,1%;
         entre os [pretos], o número de vítimas de homicídio aumentou de 26.915 para 30.193, o que equivale a um crescimento de 12,2%. Com isso, a brecha preexistente cresceu, no quinquênio, 36,3%.
·         em 2007, surge um novo patamar: morrem proporcionalmente 107,6% mais [pretos] do que brancos, isto é, mais que o dobro! (Mapa da Violência 2010).
Fica patente a política de extermínio, deliberada pela sociedade brasileira, reservados aos pretos em todos os estados do País.
A partir desses marcos históricos e situacionais é que estamos promovendo o evento “Hip Hop Minha Voz Está no Ar” no sentido de chamar à atenção da sociedade paulistana acerca do tema.
No dia 27 de novembro, no horário das 14 às 20h, na Rua dos Têxteis, 1050 – Cidade Tiradentes,  realizaremos o Hip Hop  Minha Voz Está no Ar com a temática do Contra o Genocídio da Juventude Preta e convidamos V.Sa. e vossa organização para somarmos esforços no combate a essa forma de Genocídio!!!

Contamos com a vossa presença.
Atenciosamente,

Núcleo Cultural Força Ativa


Bibliografia
FURTADO, Celso. Formação Econômica do Brasil: O problema da mão-de-obra, Cia das Letras, São Paulo, p. 105.
WAISELFISZ,  Julio Jacobo Mapa da Violência 2010: Anatomia dos homicídios no Brasil. Instituto Sangari, São Paulo, páginas 115 – 120.
WAISELFISZ,  Julio Jacobo Mapa da Violência 2011: Anatomia dos homicídios no Brasil. Instituto Sangari, São Paulo, páginas 60.


Como chegar?
No metrô penha pegar lotação 3793 Cidade Tiradentes, dura em média 55 minutos até o terminal Cidade Tiradentes, após o terminal descer no quinto ponto, a biblioteca esta localizada ao lado de uma praça.
Pra quem vem do metro Itaquera pegar a lotação 3787 Cidade Tiradentes, tempo estimado é de 45 minutos descer no terminal Tiradentes e pegar a lotação 3793 Cidade Tiradentes, descer no quinto ponto.
Na estação Guaianazes pegar a lotação 3794 e descer no terminal Tiradentes, pegar a lotação 3793 e descer no quinto ponto.
Mais informações: 85896041 falar com Wellington

terça-feira, 15 de novembro de 2011

EVENTO CANCELADO NA USP DIA 27/11/2011

Semana do Hip Hop: movimentos pedem respostas para as secretarias municipais

Semana do Hip Hop: movimentos pedem respostas para as secretarias municipais:

'via Blog this'

AGENDA DO FÓRUM HIP HOP MUNICIPAL SP



Todos os locais são de livre participação, é só chegar.

16/11/2011 19hrs – REUNIÃO MOBILIZAÇÃO MARCHA DA CONSCIENCIA NEGRA
Local: Boulevard São João, 313 11º
Prx Metro São Bento/ Praça do Correio

17/11/2011 19hrs – EVENTO UNIVERSIDADE PUC

18/11/2011 19hrs – REUNIÃO COM COOD DE JUVENTUDE – SEMANA DE HIP HOP 2012
Local: Rua Libero Badaró,119 Auditório
Prx Metrô Anhangabaú/ Viaduto do Chá

19/11/2011 - EVENTO ENCONTRO DE HIP HOP ESTADUAL SP
Memorial da América Latina
Prx Metrô Barra Funda

20/11/2011 – MARCHA DA CONCIÊNCIA NEGRA CONTRA O GENOCÍDIO DA JUVENTUDE NEGRA.
Local: Avenida Paulista - Vão do Masp

BLOG:

Fórum Hip Hop Municipal SP: a cultura garantindo a cidadania.


Fórum Hip Hop e o Poder Público Municipal: a cultura garantindo a cidadania

Nesta realidade paulistana, jovens de diversas partes do território, uniram-se para, através do Movimento Hip Hop, realizar sua cultura, garanti-la e ir mais além, garantir seus direitos e construí-los, junto ao poder público municipal, realizando a cidadania de cada individuo no seu lugar . 
Desde agosto de 2005, ocorrem Fóruns de discussões que no seu processo vem construindo um diálogo entre os agentes do Hip Hop e alguns agentes do governo municipal, neste processo o mote das discussões encontram-se em oito eixos definidos pelo próprio fórum: 
- Difundir o Hip Hop
- Elaborar políticas públicas de juventude
- Inserir o Hip Hop como tema transversal da educação
- Combater a discriminação de gênero
- Organizar uma agenda do Hip Hop na cidade
- Combater a discriminação racial
- Atuar contra a violência policial
- Gerar emprego e renda. 
Tais eixos são de extrema importância na mobilização do movimento em pressionar, discutir e reclamar sobre as desigualdades que vivem e que é de responsabilidade da sociedade, de cada um levantar e propor novos caminhos e principalmente do governo possibilitar essas ações. 
Ainda, este Fórum congrega pela cultura, uma troca riquíssima entre a vida do Hip Hop em cada lugar de São Paulo, ao trocar suas experiências culturais, estão também trocando informações sobre suas dificuldades, ou facilidades, seus dramas, suas correrias, suas alegrias, suas vidas em comunhão, projetando juntos, outros caminhos possíveis.



Fórum Hip Hop e o Poder Público Municipal: a cultura garantindo a cidadania

Fórum Hip Hop e o Poder Público Municipal: a cultura garantindo a cidadania

Nesta realidade paulistana, jovens de diversas partes do território, uniram-se para, através do Movimento Hip Hop, realizar sua cultura, garanti-la e ir mais além, garantir seus direitos e construí-los, junto ao poder público municipal, realizando a cidadania de cada individuo no seu lugar . 
Desde agosto de 2005, ocorrem Fóruns de discussões que no seu processo vem construindo um diálogo entre os agentes do Hip Hop e alguns agentes do governo municipal, neste processo o mote das discussões encontram-se em oito eixos definidos pelo próprio fórum: 
- Difundir o Hip Hop
- Elaborar políticas públicas de juventude
- Inserir o Hip Hop como tema transversal da educação
- Combater a discriminação de gênero
- Organizar uma agenda do Hip Hop na cidade
- Combater a discriminação racial
- Atuar contra a violência policial
- Gerar emprego e renda. 
Tais eixos são de extrema importância na mobilização do movimento em pressionar, discutir e reclamar sobre as desigualdades que vivem e que é de responsabilidade da sociedade, de cada um levantar e propor novos caminhos e principalmente do governo possibilitar essas ações. 
Ainda, este Fórum congrega pela cultura, uma troca riquíssima entre a vida do Hip Hop em cada lugar de São Paulo, ao trocar suas experiências culturais, estão também trocando informações sobre suas dificuldades, ou facilidades, seus dramas, suas correrias, suas alegrias, suas vidas em comunhão, projetando juntos, outros caminhos possívei

sábado, 5 de novembro de 2011

REUNIÃO 12 11 NO CCJ


REUNÃO NO CEU BRISTO SEMANA DE HIP HOP 2012


Informe da lei municipal da Semana de HIP HOP

Sobre a semana de HIP HOP

Dialogo sobre compreensão do hip hop na sociedade e seus atores.

Reunião para organizar a Semana de HIP HOP no Ipiranga

Elaboração das demandas do hip hop local para criação da semana.

Dia 10/11 Quinta Ação Educativa

Dia 12/11 Sábado CCJ

Dia 15/11 Terça reunião CEU Pq Bristol 14h

Não houve a presença de representante da coordenadoria de juventude.

Presentes
Vinão Alo Brasil
Rapper Pirata
Terno
N.A Control Versos
Talian
Paulo Sérgio Rodrigues
Ana Fonseca
Daniel Du rap
Luiz Lobato

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

REUNIÃO


  





REUNIÃO
Fórum de Hip Hop Municipal SP

Data 10/11/2011 Horário: 19hrs

Local Ação Educativa
Rua General Jardim,660
prx Metrô República/ Sta Cecília

terça-feira, 1 de novembro de 2011


REUNIÃO SUL COM A COORDENADORIA DE JUVENTUDE


05/11/2011 HORÁRIO 14:00 Á 16:00

CEU BRISTOL 

REUNIÃO SUL COM A COORDENADORIA DE JUVENTUDE 

SEMANA DE HIP HOP 2011

Rua Professor Arthur primavesi s/n

Jd Climax

no metro Saúde pegar a lotação Vila Moraes e descer em frente ao CEU

sábado, 29 de outubro de 2011

DROGADIÇÃO E O GENOCÍDIO DA POPULAÇÃO NEGRA.


DIVULGUEM E COLEM!

FORUM DE HIP HOP MUNICIPAL SP

ESTARÁ NA USP DIA 03/11/2011


Texto de mediação.

DROGADIÇÃO E O GENOCÍDIO DA POPULAÇÃO NEGRA.
Rapper Pirata – rapperpirata.blogspot.com

O uso ou não de substâncias químicas consideradas como “a droga” transpassa a discussão de informações da sua utilização individual ou não, para se socializar ou não.
Não podemos reduzir os diálogos por instituições falidas, em relação de apoio ao ser humano; Elas são a família, igreja e estado que arrastam há século uma imagem estilhada de serem garantidoras do projeto de homens e mulheres de bens.
O que pretendemos é trocar uma idéia referente o assunto drogas, pela ótica de quem é controlado pelo consumo e é considerado o inimigo. Esse que é estereotipado como traficante, já na razão ele é somente o atravessador do negócio das drogas; Lembrando que esse termo foi utilizado pelos que chamamos de opressores, eles foram os traficantes de escravos. Agora o mercador está na base das relações de trocas de mercadorias, ele que dá à ação do verbo vender, entre a oferta e procura, nesse sistema que é codificado como capital.
Essa idéia do traficante é um dos disfarce do genocídio da população preta (termos utilizado no hip hop, mas negro para muitos) e da periferia, então cria-se o esterótipo do traficante para justificar as ações criminosas constitucionalmente dos agentes do estado. Assim, as mulheres, crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos que têm a estética e fenótipos nativos, africanos e nordestinos são os alvos a serem derrubados ou trancafiados nos treinamentos de artilharia das academias militares. Isso também garante a criação falsos paladinos da justiça em camaras, assembleias e senados.
Mas os 'muleques' que sobrevivem na margem do negocio drogas, o maior no sistema do capitalismo, têm que ganharem um troco para comprar os 'báguios da hora'.
Desde o nosso nascimento somos julgados e culpados pela depressão que a miséria nos causa , pior até pelo não desenvolvimento da nação. Essa que obriga o seu dito cidadão ter.
Os meios de comunicação a todo momento transmite nossa imagem como bandidos ou vitimas, deste preconceito ariano; Há um sistema que norteia a mesma história contada de formas diferentes em filmes, propagandas, novelas, sejam elas importada ou nacional. Tá os trabalhadores dos guetos, da periferia ou ruas representados como os bárbaros que vão contra a donzela branca da sociedade, que quer sua poeira branca para viajar em outra dimensão.
Assim é mais fácil não garantir a distribuição da renda a todos 190 milhões de pessoas, estereotipando alguns como inimigo. Então um juiz oriundo da minoria branca, que detém os recursos do estado brasileiro,  somente tem que bater o martelo condenando a vítima, sem ter o minimo de rancor e ética. Ele não tem a responsabilidade de ser o garantidor de direito, mas um garantidor de riqueza de cidadãos de bens.


--
Oi! Visite.
MY SPACE clique http://www.myspace.com/rapperpirata
Blogger Rapper Pirata
http://rapperpirata.blogspot.com
Orkut clique http://www.orkut.com/Home.aspx?xid=1849091096719757289
FONE: 55-11-8216-2160
EMAIL: rapperpirata@gmail.com

segunda-feira, 24 de outubro de 2011


OPRESSÃO CONTRA EDUCAÇÃO


OPRESSÃO CONTRA EDUCAÇÃO.

Rapper Pirata
rapperpirata.blogspot.com

Para quem não sabe, fique sabendo! A moda da segurança pública na USP é revistar espaço dos estudantes negros e oriundos da periferia para revistas. Deve ser para tirar os livros armas de circulação, que podem criar uma consciência além da meritocracia.?
Ou será que o lance dos oportunistas de colocarem os tiras lá é para oprimir, como fazem na periferia? Hum... Alckrimim em ação. Opressão.
Os que vomitam as questões do movimento estudantil da década de setenta; Manisfestem-se! Ou são outros estudantes de classe diferente?
Falar de educação é fácil, agora ajuda-la ser exercida na prática e é outro lance.
Rapper Pirata além das ruas

domingo, 23 de outubro de 2011

Reuniões


FÓRUM HIP HOP MUNICIPAL SP (URGENTE)
REUNIÃO 25/10/2011  Horário 19hrs
Local: Ação Educativa
rua General Jardim.660
Pauta: Organizar a apresentação no dia 03/11/2011 na USP, cartaz anexo.
Ação da reunião em Perus Quilombaque e zona leste 29/10.

REUNIÃO 28/10/2011   Horário 19hrs
Local Quilombaque
Trv Cambaratiba, 05 
O beco da cultura - Perus
Pauta: Organização para elaboração do projeto Semana de Hip Hop 2012.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Ata da 4ª Reunião de Construção do Mês da Consciência Negra na USP (MCN) – 19/10/2011


Ata da 4ª Reunião de Construção
do
Mês da Consciência Negra na USP (MCN) – 19/10/2011

Presentes
Representantes das entidades:
NCN
SINTUSP
Sujeito Coletivo
ANEL
ADUSP
Fórum Hip-Hop
Entidades que manifestaram interesse em construir, mas não estavam presentes:
EPM
ANPG
DCE-USP
CAELL
UNE / UEE-SP


Informes

Pablito deu informe que ocorrerá uma reunião do Comitê Contra a
Repressão na USP... Terça 25/10 às 17hs no Auditório do CEPEUSP (ao
lado do bloco B do CRUSP)... para tratar das perseguições do Reitor
contra membros da Coordenação do SINTUSP.

Leandro deu informe sobre a Reunião do NCN com a Reitoria da USP,
representada pela Comissão De Políticas Públicas para a Inclusão
Social, na qual se discutiu a assinatura de um convênio para a
preservação do espaço do NCN. A situação atual é que a Reitoria está
pressionando o NCN para assinar o convênio, no entanto o NCN pode vir
a perder a autonomia de atuação política e o convênio não garante o
espaço.


Pauta Discutida na Reunião

Participação das entidades no Mês da Consciência Negra na USP

27/10
Mediador – Leandro Salvático
Fala de 30min. cada para o Kabengele e a Leci
Participação de todas as entidades presentes com falas breves de apoio
à pauta étnica-racial e ao NCN.

03/11
Mediador Rapper Pirata
Apresentação do Filme ~ 2hs
Fala de 10min. cada participante seguida de debate aberto ao público

09/11
Mediadora Rosangela Sarteschi
Fala de 10min. cada participante seguida de debate aberto ao público

09/11
Mediadora Zezé
Fala de 10min
Participação de todas as entidades presentes com falas breves de apoio
à pauta étnica-racial, ao NCN e abertura de diálogo acerca da atuação
do Comitê Pró-Ações Afirmativas nas Universidades Paulistas.
Fala de ~5min por entidade.


Divulgação do Mês da Consciência Negra na USP

Tarefas:
Érica – Vai re-estruturar o site e o Facebook do NCN
Tod@s – Divulgar nos seus respectivos websites e boletins (DCE,
SINTUSP, ADUSP, UNEafro, UNE, UEE-SP, ANPG, CAELL, ANEL, Fórum
Hip-Hop, outros parceiros)

Divulgação COLETIVA
•       Agendado mutirão nesta SEXTA às 16hs no NCN para colagem de cartaz;
•       Agendaremos outras datas no decorrer da próxima semana para
panfletagem nos bandejões;
•       Cartazes e panfletos estarão disponíveis no NCN para tod@s pegarem o
que for necessário.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

PARTICIPAÇÃO DO FÓRUM NO EVENTO NA USP

O FÓRUM DE HIP HOP ESTARÁ NO DIALOGO "DROGADIÇÃO E O GENOCÍDIO DA JUVENTUDE NEGRA" 
PARA CHEGAR NO LOCAL É  SÓ PEGAR O METRO PRIVATIZADO LINHA AMARELA NA LUZ OU REPUBLICA E DESCER BUTANTàE PEGAR UM ONIBUS OU PEGAR QUALQUER ONIBUS QUE ENTRA NA CIDADE UNIVERSITÁRIA EM ALGUMA PARTE DA CIDADE SP. DESCER NO PONTO DOS BANCOS, IR EM SENTIDO DA ECA E ENFRENTE FICA OS BARRACÕES E LÁ ESTÁ O NUCLEO DA CONSCIENCIA NEGRA DA USP.
AGUARDAMOS VOCÊS LÁ, LEMBRO TERÁ MICROFONE PARA RIMAR E APRESENTAÇÕES TAMBEM.
FALO! RAPPER PIRATA





quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Ata da Reunião com Coordenadoria


MOBILIZAÇÃO PARA A SEMANA DE HIPHOP - PLANO DE AÇÕES LOCAIS
CONHECER O HISTORICO LOCAL
ABORDAGENS / ESTRATÉGIAS
LEITURA DO TEXTO DO FOLDER
NÃO É UMA SEMANA DE ESPETACULO, E SIM UMA SEMANA DE REFLEXO DA SOCIEDADE

1 DATA 28 OESTE OUTUBRO

2 DATA 29 LESTE OUTUBRO

3 DATA 05 BRISTOL  NOVEMBRO

4 DATA 12 CCJ NOVEMBRO

5 DATA 19 PARELHEIROS NOVEMBRO

6 DATA 24 CENTRAL NOVEMBRO  Coordenadoria de Juventude ´Rua Libero Bardaró, 119 horário 19hrs

Coordenadoria de Juventude ´Rua Libero Bardaró, 119 horário 19hrs
7 DATA 08 CENTRAL DEZEMBRO