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quarta-feira, 19 de julho de 2006

SAMPA HIP HOP E JUVENTUDE

SAMPA HIP HOP E JUVENTUDE
(22 ANOS DE HIP HOP)

1. O Fórum “Hip Hop e o Poder Público Municipal”
O Fórum “Hip Hop e o Poder Público Municipal” é um espaço aberto de diálogo entre posses, grupos e integrantes do movimento Hip Hop da cidade e o Poder Público de São Paulo.
Desde agosto de 2005, o fórum, representado por mais de trinta coletivos de Hip Hop de diversas regiões da cidade, e pela Coordenadoria de Juventude, ligada à Secretaria Especial de Participação e Parceria da Prefeitura de São Paulo, tem se reunido para discutir políticas públicas de juventude a partir das demandas do Movimento Hip Hop.
O fórum tem por objetivo, por tanto:
1. Aproximar os jovens do movimento Hip Hop e o Poder Público;
2. Criar canais de diálogo ao interior do movimento;
3. Apresentar projetos estratégicos para as Secretarias que possam contribuir para o desenvolvimento de políticas públicas que estejam em sintonia com as preocupações do movimento Hip Hop.
4. Difundir o movimento Hip Hop
2. Justificativa
São Paulo é a cidade que abriga a maior parte dos jovens do Movimento Hip Hop e é a capital do Hip Hop do Brasil, pois, foi em São Paulo, em meados da década de 1980, mais exatamente na rua 24 de maio onde tudo começou, posteriormente parte do Movimento migrou para Praça Roosevelt e se consolidou no Metrô São Bento.
O Movimento Hip Hop tem como integrantes em sua maioria uma população jovem que busca por meio dos quatro elementos um meio de socialização do patrimônio cultural africano e questionamento das condições de vida e denuncia do racismo, preconceito e discriminação racial.
No interior do Movimento Hip Hop a maioria das posses perceberam a necessidade de identificar as principais demandas e carências e desenhar um conjunto de ações articuladas que possam ser desenvolvidas de forma integral na comunidade.
Considera-se de grande importância a celebração do 22º Aniversário do Movimento Hip Hop, principalmente, ao que se refere ao Fórum Hip Hop e o Poder Público Municipal que primou pela discussão e proposição de Políticas Públicas de Juventude. A partir desse canal de comunicação entre o Hip Hop e o Poder Público Municipal os jovens deste movimento puderam organizar uma agenda de discussão sobre políticas públicas para a cidade de São Paulo. Portanto, pretende-se neste evento recolher assinaturas para elaboração de uma lei de iniciativa popular recomendando ao Poder Executivo Municipal, a Virada Cultural como uma Política Pública Permanente.
Os jovens do Movimento Hip Hop identificaram que a Virada Cultural promove o encontro dos agentes do Poder Público, por intermédio de seus órgãos, com os mais diversos segmentos de juventude da cidade, por meio de apresentações artísticas e, principalmente a democratização do patrimônio cultural, incluindo os jovens de todas as classes sociais em espaços de cultura e cidadania.
O 22º Aniversário do Hip Hop a ser promovido pela Coordenadoria da Juventude e Secretaria Especial de Participação e Parceria conjuntamente com o Fórum “Hip Hop e o Poder Público Municipal” pretende mostrar durante o mês de agosto todas as manifestações artísticas ligadas ao Hip Hop. Além de shows gratuitos, mostra de vídeo, debates, performance de break e de DJ’s, graffiti, MC’s, Skate e Bykers.
Nesta festa a Coordenadoria traz mais uma novidade: a mobilização da juventude para a criação de uma Lei de Iniciativa Popular sobre a Virada Cultural, uma iniciativa da comunidade Hip Hop liderado pelo Fórum “Hip Hop e o Poder Público Municipal”, tudo isso sem perder de vista as questões raciais e da cultura negra.
3. Objetivo do Evento
1. Difundir uma cultura de paz e cidadania afirmando que o Hip Hop não é cúmplice da violência.
2. Demonstrar um panorama do Hip Hop sobre discussão racial e suas formas de manifestações, para que a sociedade possa entender esse movimento juvenil, suas propostas políticas e ações sociais, baseadas nos quatro elementos que compõem o Hip Hop: MC, DJ, Break e Graffiti.
3. Iniciar um diálogo concreto com a juventude, por meio de bate-papo e a coleta de assinaturas para proposta de projeto de lei de iniciativa popular tornando Política de Estado, a Virada Cultural.

3.2. Data do Evento: de 21 de agosto à 16 de setembro

4.1. Metodologia
Será um mês de atividades aos sábados e domingos sob responsabilidade da Secretaria Especial de Participação e Parceria, por intermédio da Coordenadoria da Juventude, dentre elas, coleta de assinaturas, shows, debate-papo sobre a Virada Cultural e segurança pública, apresentação dos quatro elementos do hip hop, skate e biker.
Os debate-papos terão representantes dos segmentos: Poder Público Local, OAB, Direitos Humanos, Hip Hop, Organizações Sociais e Segurança Pública, o tempo máximo do debate-papo será de 150 minutos.
Estas atividades serão desenvolvidas nos seguintes locais:
CEU’s: Navegantes, Pêra Marmelo, Jambeiro e Aricanduva; OAB – Ordem dos Advogados do Brasil; Câmara Municipal de São Paulo, Universidade de São Paulo – USP; Galeria Olido; Cento Cultural da Juventude; e uma Feira Hip Hop Boulevard São João.
4.2. Formato
As atividades do evento serão realizadas em forma de: oficinas/workshop de break, mc, dj e graffiti; bate-papo com os temas “O Hip Hop não é Cúmplice da Violência” e “O Estereótipo do Meliante”; Palestra Interativa; apresentações artísticas dos quatro elementos do Hip Hop.
No Centro Cultural da Juventude e nos CEU’s Navegantes, Pêra Marmelo e Jambeiro no período da manhã com início às 10h dos dias 26 de agosto, 02, 03, 09, de setembro ocorrerão oficinas workshop de break, mc, dj e graffiti, duração de duas horas ministradas por dois oficineiros, atividades de Skate e Bikers; à tarde a partir das 13 horas terá inicio a Palestra Interativa sobre a História do Hip Hop acompanhada de participação do público na interpretação dos quatro elementos que compõem o Hip Hop, tempo previsto de 90 minutos; às 14h e 30 minutos ocorre o debate-papo “ O Estereótipo do Meliante”, uma discussão sobre a onda de violência que se abateu na cidade desencadeada com os ataques do PCC e o perfil dos jovens que estão sendo executados por grupos de extermínio. Os bate-papos contarão com representantes dos segmentos: Poder Público Local, OAB, Direitos Humanos, Hip Hop, Organizações Sociais e Segurança Pública, o tempo máximo do bate-papo será de 150 minutos. Às 17 horas terá início a apresentação artística dos MC’s, DJ’s, Breaking e Graffiti, em forma de batalhas, Freestyle e música Rap, serão contratados, 4 Crew’s de Dança (Break), 4 DJ’s, 4 Graffiteiros e 4 grupos de Rap, sendo: dois da região, um do Fórum “Hip Hop e o Poder Público Municipal e um grupo de Rap Convidado. A duração das apresentações artísticas serão de 180 minutos. O encerramento geral do evento será as 20 horas.
De 21 a 25 de agosto com início às 18 horas e término às 22h, na Universidade de São Paulo – USP haverá um ciclo de debate-papo com o objetivo de abordar assuntos ligados à discriminação racial, violência policial e políticas de juventude, Hip Hop. Seguido de eventos culturais.
Na Galeria Olido, dias 16/09/06 com início às 10h ocorrerá oficinas de break, mc, dj e graffiti; apresentação de vídeo clipes e curtas no Cinema Olido; Debate “Virada Cultural Política Pública Permanente ou Ação de Governo?", mediado pelo Fórum, tendo como palestrantes um representante da secretaria de cultura, Netinho Secretário de Participação e Parceria e um representante do Hip Hop; Palestra Interativa sobre a História do Hip Hop na sala Paissandu, o encerramento das atividades na Galeria Olido será às 18 horas.
Às 10h no Boulevard São João terá início a Feira Hip Hop com 20 tendas/standes sobre as produções materiais do Hip Hop: Estilo Hip Hop, Gastronomia, Artesanato e Mutimídia: Serão apresentados penteados, roupas, beleza e cosméticos associados ao mundo do Hip Hop; Artes Visuais Exposições: pinturas e graffites; artesanato, comidas típicas, CD’s, DVD’s; batalhas de dj’s, mc’s, b.boys/b.girls e graffiti. O encerramento das atividades do “Sampa Hip Hop e Juventude” (22º Aniversário do Hip Hop) está previsto para as 20 horas.


5. Programação das Atividade

Evento 01
PROGRAMAÇÃO VIVÊNCIAS Local Horário
DATA Sampa Hip Hop e Juventude 18h – 22h
21/08/06 22 anos de Hip Hop “O Hip Hop Não é Cúmplice da Violência” USP
apresentação Hip Hop: McAbertura do Sampa Hip Hop e JuventudeCarin Carrer Gomes – Mestranda UspGuilherme Aranha Coelho - Coordenador da JuventudeLuiz Lobato - Representante Fórum Hip Hop e o Poder Público Municipal CONFERÊNCIA DE ABERTURADesigualdade de São Paulo, a maior Violência.Maria Adélia de Souza. (Geógrafa e Professora Emérita)Djalma Lopes Góes (Nando) (Estudante de Ciências Sociais, Rapper e Integrante Fórum Hip Hop e o Poder Público Municipal)

22/08/06 Sampa Hip Hop e Juventude “O Hip Hop Não é Cúmplice da Violência” USP 18h – 22h
apresentação Hip Hop: DjHip Hop e Violência, o que a universidade tem a dizer?Mediador Rapper Pirata (Jornalista, Mc e Integrante Fórum Hip Hop e o Poder Público Municipal) Lucas Melgaço (Doutorando e professor de geografia)Marília Patelli (Mestranda economia e integrante Fórum Hip Hop)Dinha (Graduada em Letras e representante do Núcleo Cultural Poder e Revolução)

23/08/06 22 anos de Hip Hop “O Hip Hop Não é Cúmplice da Violência” USP 18h – 22h
apresentação Hip Hop: GrafittiViolência, Preconceito e ResistênciaMediador: Tito (Educador e Integrante Fórum Hip Hop e o Poder Público Municipal)Leon Crochík (Professor Doutor de Psicologia)Sérgio Adorno (Professor Doutor de Sociologia e do Núcleo Estudos da Violência)Elizabeth (Psicóloga)

24/08/06 22 anos de Hip Hop “O Hip Hop Não é Cúmplice da Violência” USP 18h – 22h
apresentação Hip Hop: BreakA violência em São Paulo: o lugar como futuro e a cultura como revancheMediador: Nando (Graduando em Ciencias Sociais, Rapper e Integrante Fórum Hip Hop e o Poder Público Municipal) Vima Lia de Rossi Martin (Professora Doutora Literatura)Maria do Fetal (Doutoranda de Geografia e militante do MST)Ferréz (Becos e Vielas)

25/08/06 22 anos de Hip Hop “O Hip Hop Não é Cúmplice da Violência” USP 18h – 22h
apresentação Hip Hop de São RemoO Hip Hop, movimento de resistência às Violências, Movimento à Vida!Mediador: Xdee (Dj e Integrante Fórum Hip Hop e o Poder Público Municipal)Núcleo Cultural Força AtivaMaria Rita Kehl (Professora Doutora de Psicologia)Eduardo (MH2R)



Evento 02
PROGRAMAÇÃO VIVÊNCIAS Local Horário
DATA 22 ANOS
DE HIP HOP
26/08/06 4 Elementos do Hip Hop Oficina CEU Navegantes 10h - 18h
Break: Angélica (Angels Girls) e Gerson (Afro-Break) 10h - 12h
Dj: No e Big Edie (Contrafluxo)
Graffiti: Ricardo (Projeto Aprendiz) e Panther (4 Elos)
Mc: KBR (Nasa Rap) e CB (Quartel General)
Skate: Malvez 10h – 12h
Biker: Darkside, Dak BMX, Jhonny Bik
Debate-papo " O Esteriótipo do Meliante" Anfiteatro 13h – 15h
Subprefeito Valdir Ferreira.
Dinha - jovens agentes dos direitos humanos
Gaspar
Nego chic
Ferrez
Geraldo diretor da unas
Silvia de Guimaraes.
Representante do CEDECA
Segurança Coronel José Roberto
Palestra Interativa: "Hip Hop em Movimento" 15h – 16h'
Apresentação Artística 16h - 18h
Break: Crews Afro-Break e Angels Girls
Dj: Clã Leste
Graffiti: Lady CHT e Mout
Mc: Ataque de Expressão, Stilo Radical, Revolução Periférica e Ídolo

quinta-feira, 6 de julho de 2006

SAMPA HIP HOP E JUVENTUDE

<strong>SAMPA HIP HOP E JUVENTUDE
(22 ANOS DE HIP HOP)


1. O Fórum “Hip Hop e o Poder Público Municipal”
O Fórum “Hip Hop e o Poder Público Municipal” é um espaço aberto de diálogo entre posses, grupos e integrantes do movimento Hip Hop da cidade e o Poder Público de São Paulo.
Desde agosto de 2005, o fórum, representado por mais de trinta coletivos de Hip Hop de diversas regiões da cidade, e pela Coordenadoria de Juventude, ligada à Secretaria Especial de Participação e Parceria da Prefeitura de São Paulo, tem se reunido para discutir políticas públicas de juventude a partir das demandas do Movimento Hip Hop.
O fórum tem por objetivo, por tanto:
1. Aproximar os jovens do movimento Hip Hop e o Poder Público;
2. Criar canais de diálogo ao interior do movimento;
3. Apresentar projetos estratégicos para as Secretarias que possam contribuir para o desenvolvimento de políticas públicas que estejam em sintonia com as preocupações do movimento Hip Hop.
4. Difundir o movimento Hip Hop
2. Justificativa
São Paulo é a cidade que abriga a maior parte dos jovens do Movimento Hip Hop e é a capital do Hip Hop do Brasil, pois, foi em São Paulo, em meados da década de 1980, mais exatamente na rua 24 de maio onde tudo começou, posteriormente parte do Movimento migrou para Praça Roosevelt e se consolidou no Metrô São Bento.
O Movimento Hip Hop tem como integrantes em sua maioria uma população jovem que busca por meio dos quatro elementos um meio de socialização do patrimônio cultural africano e questionamento das condições de vida e denuncia do racismo, preconceito e discriminação racial.
No interior do Movimento Hip Hop a maioria das posses perceberam a necessidade de identificar as principais demandas e carências e desenhar um conjunto de ações articuladas que possam ser desenvolvidas de forma integral na comunidade.
Considera-se de grande importância a celebração do 22º Aniversário do Movimento Hip Hop, principalmente, ao que se refere ao Fórum Hip Hop e o Poder Público Municipal que primou pela discussão e proposição de Políticas Públicas de Juventude. A partir desse canal de comunicação entre o Hip Hop e o Poder Público Municipal os jovens deste movimento puderam organizar uma agenda de discussão sobre políticas públicas para a cidade de São Paulo. Portanto, pretende-se neste evento recolher assinaturas para elaboração de uma lei de iniciativa popular recomendando ao Poder Executivo Municipal, a Virada Cultural como uma Política Pública Permanente.
Os jovens do Movimento Hip Hop identificaram que a Virada Cultural promove o encontro dos agentes do Poder Público, por intermédio de seus órgãos, com os mais diversos segmentos de juventude da cidade, por meio de apresentações artísticas e, principalmente a democratização do patrimônio cultural, incluindo os jovens de todas as classes sociais em espaços de cultura e cidadania.
O 22º Aniversário do Hip Hop a ser promovido pela Coordenadoria da Juventude e Secretaria Especial de Participação e Parceria conjuntamente com o Fórum “Hip Hop e o Poder Público Municipal” pretende mostrar durante o mês de agosto todas as manifestações artísticas ligadas ao Hip Hop. Além de shows gratuitos, mostra de vídeo, debates, performance de break e de DJ’s, graffiti, MC’s, Skate e Bykers.
Nesta festa a Coordenadoria traz mais uma novidade: a mobilização da juventude para a criação de uma Lei de Iniciativa Popular sobre a Virada Cultural, uma iniciativa da comunidade Hip Hop liderado pelo Fórum “Hip Hop e o Poder Público Municipal”, tudo isso sem perder de vista as questões raciais e da cultura negra.
3. Objetivo do Evento
1. Difundir uma cultura de paz e cidadania afirmando que o Hip Hop não é cúmplice da violência.
2. Demonstrar um panorama do Hip Hop sobre discussão racial e suas formas de manifestações, para que a sociedade possa entender esse movimento juvenil, suas propostas políticas e ações sociais, baseadas nos quatro elementos que compõem o Hip Hop: MC, DJ, Break e Graffiti.
3. Iniciar um diálogo concreto com a juventude, por meio de bate-papo e a coleta de assinaturas para proposta de projeto de lei de iniciativa popular tornando Política de Estado, a Virada Cultural.
4.1. Metodologia
Será um mês de atividades aos sábados e domingo sob responsabilidade da Secretaria Especial de Participação e Parceria, Coordenadoria da Juventude/Fórum “Hip Hop e o Poder Público Municipal”, Instituto Agosto Negro e o Movimento Organizado do Brasil -MH2O, dentre elas, bate-papo, debato junto ao Poder Público Municipal, debate sobre segurança pública e apresentação dos quatro elementos do hip hop.
Estas atividades serão desenvolvidas nos seguintes locais:
CEU’s: Navegantes, Pirituba, São Carlos e Jambeiro; OAB – Ordem dos Advogados do Brasil; Câmara Municipal de São Paulo, Universidade de São Paulo – USP; Galeria Olido; SESC Pompéia, Bailes do Circuito Black; e uma Feira Hip Hop Boulevard São João.
4.2. Formato
As atividades do evento serão realizadas em forma de: oficinas/workshop de break, mc, dj e graffiti; bate-papo com os temas “O Hip Hop não é Cúmplice da Violência” e “O Estereótipo do Meliante”; Palestra Interativa; apresentações artísticas dos quatro elementos do Hip Hop.
Nos CEU’s Navegantes, Pirituba, São Carlos e Jambeiro no período da manhã com início às 10h dos dias 05, 12, e 19 de agosto ocorrerão oficinas workshop de break, mc, dj e graffiti, duração de duas horas ministradas por dois oficineiros, atividades de Skate e Bikers; à tarde a partir das 13 horas terá inicio a Palestra Interativa sobre a História do Hip Hop acompanhada de participação do público na interpretação dos quatro elementos que compõem o Hip Hop, tempo previsto de 90 minutos; às 14h e 30 minutos ocorre o bate-papo “ O Estereótipo do Meliante”, uma discussão sobre a onda de violência que se abateu na cidade desencadeada com os ataques do PCC e o perfil dos jovens que estão sendo executados por grupos de extermínio. Prosadores: representantes do Poder Público Local, OAB, Hip Hop, Organizações Sociais e Segurança Pública, o tempo máximo do bate-papo será de 150 minutos. Às 17 horas terá início a apresentação artística dos MC’s, DJ’s, Breaking e Graffiti, em forma de batalhas, Freestyle e música Rap, serão contratados, 4 Crew’s de Dança (Break), 4 DJ’s, 4 Graffiteiros e 4 grupos de Rap, sendo: dois da região, um do Fórum “Hip Hop e o Poder Público Municipal e um grupo de Rap Convidado. A duração das apresentações artísticas serão de 180 minutos. O encerramento geral do evento será as 20 horas.
De 21 a 25 de agosto com início às 18 horas e término às 23h, na Universidade de São Paulo – USP haverá um ciclo de debate-papo com o objetivo de abordar assuntos ligados à discriminação racial, violência policial e políticas de juventude, Hip Hop. Seguido de eventos culturais.
Na Galeria Olido, dias 26/08/06 com início às 10h ocorrerá oficinas de break, mc, dj e graffiti; apresentação de vídeo clipes e curtas no Cinema Olido; Debate “Virada Cultural Política Pública Permanente ou Ação de Governo?", mediado pelo Fórum, tendo como palestrantes um representante da secretaria de cultura, Netinho Secretário de Participação e Parceria e um representante do Hip Hop; Palestra Interativa sobre a História do Hip Hop na sala Paissandu, o encerramento das atividades na Galeria Olido será às 18 horas.
Às 10h no Boulevard São João terá inicio a Feira Hip Hop com tendas e standes sobre as produções materiais do Hip Hop: Estilo Hip Hop apresentará penteados, roupas, beleza e cosméticos associados ao mundo do Hip Hop; Artes Visuais Exposições pinturas e graffites, CD’s, DVD’s; batalhas de dj’s, mc’s, b.boys/b.girls e graffiti. O encerramento das atividades do “Sampa Hip Hop e Juventude” (22º Aniversário do Hip Hop) está previsto para às 20 horas.


5. Programação das Atividade

PROGRAMAÇÃO VIVÊNCIAS Local Horário
DATA 22 ANOS
DE HIP HOP
05/08/06 4 Meliantes do Hip Hop Oficina CEU Navegantes 10h - 20h
Break: Angélica (Angels Girls) e Gerson (Afro-Break) Anfiteatro 13h - 14h
Dj: No e Big Edie (Contrafluxo)
Graffiti: Ricardo (Projeto Aprendiz) e Panther (4 Elos)
Mc: KBR (Nasa Rap) e CB (Quartel General)
Bate-papo " O Esteriótipo do Meliante"
Skate e Malvez 13h - 15h
Biker: Darkside, Dak BMX, Jhonny Bik
Palestra Interativa: "Hip Hop em Movimento" 14h - 15h, 30'
Apresentação Artística 16h - 20h
Break: Crews Afro-Break e Angels Girls
Dj: Clã Leste
Graffiti: Lady CHT e Mout
Mc: Ataque de Expressão, Stilo Radical, Revolução Periférica e Rapinhood
08/08/06 Campeonato de DJ Hip Hop DJ (Eliminatória Norte) SESC Pompéia

12/08/06 4 Meliantes do Hip Hop Oficina CEU Pêra Marmelo 10h - 20h
Break: Angélica (Angels Girls) e Gerson (Afro-Break)
Dj: No e Big Edie (Contrafluxo)
Graffiti: Ricardo (Projeto Aprendiz) e Panther (4 Elos)
Mc: KBR (Nasa Rap) e CB (Quartel General)
Bate-papo " O Esteriótipo do Meliante"
Skate e Malvez
Bate-papo " O Esteriótipo do Meliante" Anfiteatro 13h - 14h
Skate e Biker 13h - 15h
Palestra Interativa: "Aliança Hip Hop" 14h - 15h, 30'
Apresentação Artística 16h - 20h
Break: Angélica (Angels Girls) e Gerson (Afro-Break)
Dj:
Graffiti:
Mc: Rapper Pirata, Impacto Oeste, Rebentos e Império ZO
Skate: Malvez

17/08/06 Bate-Papo Bate-papo " O Esteriótipo do Meliante" Ordem dos Advogados 19h - 22h
Ministério Público Praça da Sé
Ordem dos Advogados do Brasil
Fleury
Carlos Pastoral
Seretaria de Segurança Pública
18/08/06 Bate-Papo O Hip Hop Não é Cumplice da Violência (Esteriótipo do Meliante) Câmara Municipal 19h - 22h
Eduardo - Facção Central Salão Nobre
Edi Rock - Racionais MC's Viaduto Jacareí, 100 - 8º Andar
Abdias
Netinho
Fórum Hip Hop e o Poder Público Municipal
Consciencica Humana
19/08/06 4 Meliantes do Hip Hop Oficina: CEU Jambeiro 10h - 20h
Break: Angélica (Angels Girls) e Gerson (Afro-Break)
Dj: No e Big Edie (Contrafluxo)
Graffiti: Ricardo (Projeto Aprendiz) e Panther (4 Elos)
Mc: KBR (Nasa Rap) e CB (Quartel General)
Skate e Biker: Malvez 13h - 15h
Bate-papo " O Esteriótipo do Meliante" Anfiteatro 13h - 14h
Palestra Interativa: "O que é o Hip Hop" Nando (Comuna Força Ativa) 14h - 15h, 30'
Apresentação Artística 16h - 20h
Break: Pacto de Evolução e Biohard
Dj: Kleber (Conexão Popular), Gilberto (Da Gang) e Nil X (Raio X)
Graffiti: Jhonny
Mc: Da Gang, Conexão Popular, Esquadrão Rap e Combinação Letal

20/08/06 4 Meliantes do Hip Hop Oficina: CCJ 12h – 20h

DJ: Vandi Arena
Mc: Rincon Sapiensa Anfiteatro
Graffiti: Tiago e Binho Meia Lua
Bate-papo " O Esteriótipo do Meliante" Anfiteatro 14h,30 – 16h, 30
Mediadora: Keyllen Nieto
Prosadores: Oswaldo Faustino, Jeff (Educador Social), Roberta Pereira (Núcleo Cultural Força Ativa) ou Noemia, Representante da Polícia Militar
Apresentação Artística Teatro de Arena 16h, 30 -
Break: Elétricos break’s (Freestyle), The Funk’s Men’s (poppers) e deDprós (B. boys) 20h
DJ: Performance e Batalhas
MC: MC Magno César, Maderiti, Invictus, Cagebe e SubSolo

4 Meliantes do Hip Hop Oficina: CEU São Carlos 10h - 20h
Break: Angélica (Angels Girls) e Gerson (Afro-Break)
Dj: No e Big Edie (Contrafluxo)
Graffiti: Ricardo (Projeto Aprendiz) e Panther (4 Elos)
Mc: KBR (Nasa Rap) e CB (Quartel General)
Skate e Biker: Malvez 13h - 15h
Bate-papo " O Esteriótipo do Meliante" Anfiteatro 13h - 14h
Palestra Interativa: "O que é o Hip Hop" Melk (MH2O) 14h - 15h, 30'
Apresentação Artística 16h - 20h
Break: Nelso Triunfo
Dj: Clã Leste
Graffiti: Jhonny
Mc: Tito (Fantasmas Vermelhos), Atividade Informal, Comuna Força Ativa e Ice Boy
26/08/06 Galeria Oliodo Fórum Hip Hop e o Poder Público Municipal Galeria Olido 10h – 18h
Avenida São João, 473
4 Meliantes do Hip Hop Work Shop Galeria Olido 10h - 12h
Break: Angélica (Angels Girls) e Gerson (Afro-Break) Avenida São João, 473
Dj: No e Big Edie (Contrafluxo)
Graffiti: Ricardo (Projeto Aprendiz) e Panther (4 Elos)
Mc: KBR (Nasa Rap) e CB (Quartel General)

Cinema Filmes e Documentários Galeria Olido 11h - 13h
Vídeo Clipes de Rap: Projeto Hip Hop Educar Sala Paissandu
Avenida São João, 473
Informação Plestra Interativa "A história do Hip Hop" Galeria Olido 13h, 30'

Bate-Papo Virada Cultural "Politica Pública Permanente ou Ação de Governo?" Galeria Olido 15h, 15 - 17h,30
Jose Police Neto Sala Paissandu
Calil Avenida São João, 473
Forum Hip Hop e o Poder Público Municipal
Tenda do Hip Hop Feira de Hip Hop: Produção Material Boulevard São João 18h - 22h
Exposições de Artes Visuais
Batalha de DJ's:
Batalha de B. Girls e B. Boys:
Freestyle (Batalhas de MC's)
Graffiti:
Apresentação Especial: Função DNS (Minas Gerais) e Refúgio dos Palmares




Recursos Materiais

DESCRIÇÃO QTDD/UNIDD
Som de Grande Porte 1
P.A.S 2
Potência 3
Mesa de 12 Canais 1
Microfone 8
Caixas Acústica 4
Mesa 2X1,5M 1
Equalizador 1
Mesa de 24 Canais 1
Retornos 6
Microfone sem fio 4
Pedestais 8
Par de CDJ 2
MD 1
Direct Box 4
Gerador 1
Kit Iluminação 1
Maquina de Fumaça 1
Mesa de Iluminação 1
Sanitário Químico 2
Sanitário Químico para Deficiente 1
Limpeza 6
Segurança 4
Barricada 14
Grade de Proteção 120
Eucatex para colocar no chão 2x2m 3
Extenção com 6 tomadas 10
Credenciais 100
Pulseiras de acesso (cores variadas) 100
sendo 50 verde, 80 amarela e 20 branca
Camisetas para produção 200
sendo 120, branca somente com logo evento e prefeitura (vamos passar a arte)
30 GG preta produção( vamos passar a arte)
10 M preta produção
10 M baby Look
10 P baby Look
20 GG azul graffitti
Pick-us (MK2-Tecnicks) 4
Agua Mineral para palco e oficinas-cx 10
Conj. de mesa e cadeira p/ camarim e posto PM/GCM 20
Kit lanche para oficineiros/produção/artista/PM/GCM (sendo 150 para o período da manhã e 350 para show) 500
Placa de Eucatex para B.Boys 2x2 2
Papel para flypshart cx 1

Workshop
OFICINA/WORK SHOP - 25/03/06 - Dança - Breaking - 10h às 12h - Galeria Olido
DESCRIÇÃO QTDD/UNIDD
B.Boy/B.Girl (oficineiros) 2
Micro System (da secretaria) 1
Flip-shart (da secretaria) 1

OFICINA/WORK SHOP - 25/03/06 - MC s - 10h às 12h - Galeria Olido
DESCRIÇÃO QTDD/UNIDD
Mesa de Som com 12 canais 1
Microfones com fio 8
Caixa acústica 2
Potência 1
Par de CDJ 1
MC s(oficineiros) 2
Som de Pequeno Porte

OFICINA/WORK SHOP - 25/03/06 - DJ - Galeria Olido - 10h às 12h
DESCRIÇÃO QTDD/UNIDD
Kit DJ 1
Mixer (Stanton e Vestak) 2
Caixas Acústicas 1
Potência 1
Mesa 2x1,5 2
DJ Oficineiros 2
Som de Pequeno Porte

OFICINA/WORK SHOP - 25/03/06 - Graffiti - Boulevard São João
DESCRIÇÃO QTDD/UNIDD
Lápis de cor 5cx
Latas de Spray (cores variadas). 120lt
Rolos 15cm 10un
Rolos 10cm 20un
Rolos 5cm 20un
Papel canson médio Bl 50 fls -540mlg -A4 01 1
Madeirits com suporte 2x2m (falar c/ CJ) 32pl
Fitas Silvertape 32pl
Lata de Látex 18 litros branco 3
Bisnagas (cores variadas) 250
Ripas (2m) 30

Material de Divulgação

MATERIAL GRÁFICO PARA DIVULGAÇÃO
DESCRIÇÃO QTDD/UNIDD
Folder 10 mil
Cartazes 3 mil
Flyer 5 mil
Banners para Show 2x6 ( a arte será enviada) 1
Banner para Debate / CEU’s,20 x 3 4


Contratação de Artistas


Contratação de Pessoal QTDD/UNIDD VALOR/UNIDD VALOR TOTAL
Produtor 6 R$ 1.000,00 R$ 6.000,00
Grupos de RAP 12 R$ 1.000,00 R$ 12.000,00
DJ 8 R$ 1.000,00 R$ 8.000,00
Graffiti (Escritores/Graffiteiros) 8 R$ 500,00 R$ 4.000,00
Crew de Break (Dançarinos) 4 R$ 1.000,00 R$ 4.000,00
Grupo de Rap Convidado 4 R$ 2.000,00 R$ 8.000,00
Oficineiros 8 R$ 200,00 R$ 1.600,00
Valor Total R$ 43.600,00







Justificativa do Orçamento
Os preços a serem pagos aos contratados são em média praticados no mercado, em média cerca de R$ 40,00 (quarenta reais) por hora de atividade. E baseados nos valores pagos na realização do evento Virada Cultural.
MC (Mestre de Cerimônia)
Serão contratados 12 grupos de Rap participantes do Fórum “Hip Hop e o Poder Público Municipal”: Stilo Radical, Revolução Periférica, Rapper Pirata, Impacto Oeste, Rebentos, Da Gang, Conexão Popular, Função DNS, Refúgio dos Palmares,
Todos os grupos atuarão no evento durante 8 horas com início às 10h e término às 18 horas, nas seguintes atividades: abertura do evento, debates, palestra interativa, batalha de MC’s, Freestyle e apresentação artística, nos seguintes locais CEU’s, Galeria Olido, Ordem dos Advogados do Brasil, Câmara Municipal e Feira do Hip Hop.
Os valores da contratação seguem padrão da Virada Cultural.
Grupos Convidados: São Grupos de Rap que tem trabalho no mercado fonográfico, foram indicados para este evento 3 grupos: Combinação Letal, Rappinhood e Império ZO, os quais farão uma apresentação artística durante uma hora nos CEU’s indicados conforme programação acima.
Graffiti
Os artistas contratados, oito, atuarão nos seis eventos do 22º Aniversário do Hip Hop, com práticas de intervenção num período de 8 horas nos CEU’s, Galeria Olido e Feira do Hip Hop; atuarão também no monitoramento e exposições dos painéis produzidos.
DJ (Disc Jokey)
Está previsto contratação de 08 dj’s, para trabalho de discotecagem, durante as palestras interativas, nas apresentações artísticas nos seguimentos de DJ Performance, Batalhas de DJ’s, DJ Residente. Os Dj’s contratados atuarão 6 horas por evento, totalizando um total de 30h durante o mês de agosto.
Break
Serão contratadas quatro Crew’s: Afro-Break, Angels Girls, Pacto de Evolução e Biohard. Estes grupos de dança, atuarão em cinco apresentações, CEU’s, Galeria Olido e Feira de Hip Hop. Os valores estão relacionados às horas de exercício de atividades. Cada Crew apresentar-se-á no mesmo local, em grupo, em roda, na palestra interativa e nas batalhas. Serão cinco horas de atividade totalizando 30 horas de trabalho.
Oficineiros
Constituirão equipe de oito pessoas: Angélica Lima, Gerson, Big Edie, KBR, Ricardo, Panther, CB e No. Atuarão duas horas por dia nas cinco oficinas nos CEU’s; uma oficina na Galeria Olido e apresentações na Feira do Hip Hop. Serão doze horas de trabalho durante o mês de agosto.
Equipe de Produção
Constituída por 12 pessoas. Os integrantes dessa equipe trabalhará em 9 eventos a serem realizados de 05 a 26 de agosto: CEU’s Navegantes, Jambeiro, Pêra Marmelo, São Carlos; Galeria Olido; Ordem dos Advogados do Brasil; Câmara Municipal de São Paulo; Centro Cultural da Juventude; e Boulevard São João (Feira de Hip Hop).
O trabalho será cumprido em período integral, uma hora antes do início do evento e trinta minutos após o término às 18h e 30 minutos. Cada evento terá em média duração de oito horas, sendo ao todo 72 horas de atividades.
A equipe de Produção dentre outras as seguintes atribuições:
Recepção:
1. Credenciamento dos participantes;
2. Inscrição de público para as oficinas;
3. Orientação de Público: autoridades, usuários, artistas, convidados e imprensa;
4. Direcionamento das atividades;
5. Assistência aos oficineiros, mediadores do debate e artistas;
6. Zelar pelo patrimônio local.


terça-feira, 4 de julho de 2006

O NOME DO EVENTO È SAMPA HIP HOP E JUNVENTUDE

FÓRUM HIP HOP E O PODER PUBLICO.ATA DO DIA 03/07/2006

ATA DO DIA 03/07/2006

FÓRUM HIP HOP E O PODER PUBLICO.

FICOU DECIDO QUE PARTICIPARAM DAS MESAS 4 PESSOAS, DIVIDIDOS EM:
1- LIDERANÇA COMUNITÁRIA.
2- REPRESENTANTE DA SEGURANÇA PÚBLICA.
3- REPRESENTANTE DA SUBPREFEITURA.
4- REPRESENTANTE DO DIREITOS HUMANOS.

INDICADOS DO CEU NAVEGANTES

SUBPREFEITO VALDIR FERREIRA.
SEGURANÇA CORONEL JOSÉ ROBERTO.
REPRESENTANTE DO CEDECA.
FERREZ
GERALDO DIRETOR DA UNAS
SILVIA DE GUIMARAES.
NEGO CHIC
GASPAR
DINHA JOVENS AGENTES DOS DIREITOS HUMANOS.

INDICADOS DO CEU JAMBEIRO

SUPREFEITO DE GUAIANAZES
MOCUTI ANA RITA
FABIANA JOVEM AGENTE DOS DIREITOS HUMANOS.
CARRASCOSE DELEGADO DO 54 DP
DANIEL HILÁRIO ATIVISTA
ALESSANDRO BUZZO – ESCRITOR
ICR NEVE – COMANDANTE DA METROPOLITANA
DR ARIEL DE CASTRO ALVES CDH DA OAB
EDILANIE DIRETORA DE ESCOLA FORÇA ATIVA
PADRE ROSALVINO

CEU PERA MARMELO

FRANCISCA DO CEDECA PAULO FREIRE
ADELINA CONSAGO EDUCADORA
PQU

INDICATIVOS DA OAB
RODRIGO SALGADO
LUCIO FRANÇA COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS
MV BILL
VERA LUCIA
MARCELO
CARLOS BLAT
EDUARDO PINHO PROCURADOR GERAL
SAULO SECRETARIO DE JUSTICA
Maria Adélia de Souza (Geógrafa)
Maria Rita Kehl (Psicologa)
Marília Patelli (Economista)
NEV - Núcleo de Estudo da Violência
Lucas Melgaço (Geógrafo)
Leon Crochik (Psicólogo)
Ana Clara Torres Ribeiro (Socióloga - RJ)
Sergio Franca Adorno de Abreu (Sociólogo)
Franklin Leopoldo (Filosofia)
Maria Adélia de Souza (Geógrafa)
Maria Rita Kehl (Psicologa)
Marília Patelli (Economista)
NEV - Núcleo de Estudo da Violência
Lucas Melgaço (Geógrafo)
Leon Crochik (Psicólogo)
Ana Clara Torres Ribeiro (Socióloga - RJ)
Sergio Franca Adorno de Abreu (Sociólogo)
Franklin Leopoldo (Filosofia)



HOUVE UMA DISCUSSÃO SOBRE A APRESENTAÇÃO DAS ATIVIDADES DO FÓRUM NA USP.
UMA SEMANA OU UM DIA?. A JUSTIFICATIVA É A QUALIDADE DOS DEBATES.

RETORNOU A CRITICA DAS AÇÕES DO FÓRUM NÃO ESTAREM EM TODAS REGIÕES.

FOI FALADO SE AS PESSOAS DO FÓRUM DARIA CONTA DE TODAS AS ATIVIDADES.

FICOU MARCADA A REUNIÃO PARA O DIA 07/07/2006.
RUA LIBERO BADARO, 119 19:00 -SP- SÃO PAULO

INDICAÇÕES PARA PARTICIPAÇÃO DA FEIRA QUE VAI ACONTECER NO DIA 26/08/2006.

A DIVISÃO DA FEIRA SERÁ:
ROUPAS.: MARCAS DO MOVIMENTO E AFRO
ARTESANATO: ESCULTURAS, BIJUTERIAS ETC...
MULTIMIDIA: CD E DVD.
ALIMENTAÇÃO: COMIDA BAIANA, AFRICANA E HOTDOG

SERÃO 20 BARRACAS COM A LOCALIZAÇÃO NO BOULEVARD SÃO JOÃO.

BLOG HTTP://FORUMHIPHOPEOPODERPUBLICO.BLOGSPOT.COM

"PROJETO DA QUEBRADA PRA ESTRADA

RESUMO DA ATIVIDADE DO DIA 05/08/2006
DIA 20/08/2006 LANÇAMENTO DO "PROJETO DA QUEBRADA PRA ESTRADA"
DAS 12:00 ÀS 19:00

OFICINAS:
BREAKING, MC, DJ, GRAFITI, E FANZINE

MESA REDONDA:
HIP-HOP, EDUCAÇÃO E ORGANIZAÇÃO COMUNITÁRIA

APRESENTAÇÃO ARTÍSTICAS DE HIP HOP :
EXPRESSÃO ARTÍSTICA ATIVIDADE
BREAKING PERFORMANCES E BATALHAS
DJ DISCOTECAGEM E PERFORMANCES
MC FREE-STYLE E PERFORMANCES
GRAFITI COLETIVO

LOCAL:
CEU BUTANTÃ

PRODUÇÃO E REALIZAÇÃO:
IVOZ

PARCEIROS:
FORUM DE HIP HOP E O PODER PÚBLICO MUNICIPAL
CEU BUTANTÃ
4ÉLOS
PROJETO CUPEÇÊ COR DO GRAFITI

projeto DA QUEBRADA PRA ESTRADA

SINOPSE

DESCRIÇÃO DO PROJETO:
O projeto “Da Quebrada pra Estrada” tratará da mobilização dos grupos participantes do projeto “Família Nacional Coletivo” que, por meio de parcerias com espaços culturais da cidade, proverá a estrutura e interagirá com outros grupos das cinco regiões da cidade (Norte, Sul, Leste, Oeste e Centro), além de realizar um evento com agremiações de toda a cidade no Centro Cultural Jabaquara.
Pretende aprimorar a forma de organização de eventos na periferia discutindo a igualdade de espaço demanda por cada um dos quatro elementos componentes do Hip Hop, fato que poucas vezes é respeitado e que enfraquece o movimento como um todo. Ao longo do projeto será produzido um fanzine que registrará as reflexões evoluindo à medida que se espalha pelo território paulistano.
O processo será registrado pelos participantes das oficinas de vídeo do projeto “Família Nacional Coletivo”, e resultará na elaboração de um DVD documentando o projeto, apresentando novos grupos ligados ao movimento Hip Hop e promovendo a troca de experiências entre artistas da cidade de São Paulo.





EMPREENDEDOR:
Guilherme Marin Pereira
Ator, diretor e dramaturgo teatral, Guilherme Marin Pereira iniciou suas atividades no Centro Cultural Jabaquara como colaborador do projeto “FAMÍLIA NACIONAL COLETIVO”, incentivado pelo VAI, em 2004, com Menção Honrosa no I Prêmio Milton Santos da Câmara Municipal de São Paulo, e desde então ocupa parte da programação do espaço com atividades como a elaboração de oficinas gratuitas no projeto “Recreio nas Férias”, a finalização do monólogo “Ensaio sobre a solidão” e apresentação deste espetáculo em eventos culturais realizados pela administração local.
Durante este período se envolveu com o movimento Hip Hop da região e mantém parceria com os representantes dos quatro elementos (Break, DJ, MC e Graffiti) para a realização de oficinas e apresentações em eventos desenvolvidos em diversas localidades da zona sul.







INCENTIVADOR:
Prefeitura Municipal de São Paulo - Secretaria Municipal da Cultura
Através do Programa para a Valorização de Iniciativas Culturais – VAI, concederá recursos para atividades artísticas e projetos culturais voltados ao desenvolvimento humano, com o objetivo de estimular o desenvolvimento da cultura local, por meio do apoio financeiro a atividades artístico-culturais, principalmente de jovens de baixa renda e de regiões do município desprovidas de recursos e equipamentos culturais.





PARCEIRO:
Instituto Voz
O Instituto Voz fundou-se sobre a falta de acesso à informação e à cultura que aflige a sociedade brasileira, sobretudo a de baixa renda, entendendo tratar-se de um direito inalienável do indivíduo, sendo também indispensável à compreensão e ao exercício da cidadania.
A instituição promoverá acompanhamento técnico à produção do DVD documental do projeto e à elaboração dos eventos realizados nas cinco regiões de São Paulo.



















1.1.1 JUSTIFICATIVA
O Movimento Hip Hop definitivamente conquistou seu espaço a partir de sua criação nos Estados Unidos, já inserido no Brasil adquire personalidade própria, encontrando, em São Paulo, o ambiente propício para disseminação de seus propósitos como meio cultural. Através dos movimentos sociais, vem se organizando e adquirindo respeito nas comunidades nas quais sistematicamente atua. Mostra seus aspectos multiculturais, sendo importante canal de diálogo e representante comunitário, criando alternativas aos problemas vividos na comunidade a qual estão inseridas. Como formadores de opinião política e de criações artístico-pedagógicas, consegue envolver a comunidade na luta pelas causas mais diversas, propiciando relevância e benefício local. Portanto um expoente importante em sua dinâmica de mobilização da sociedade civil.
O Grupo de RAP “Família Nacional” tem seu trabalho localizado na comunidade “Bela Mar”, região do Jabaquara, onde desenvolve trabalhos comunitários visando mostrar aos jovens e adolescentes a importância do movimento Hip Hop, como referência e alternativa à falta de oportunidades e a discriminação que o jovem da periferia sofre acerca da sociedade e os seus contrastes. O trabalho realizado vem elevando o nível de conscientização e valorização da música através gênero do RAP, sob a forma transparente de denuncia aos problemas que sofrem e a escolha do RAP como canal oportuno e de superação das dificuldades as quais estão inseridos. Seu último CD “Fortificando o Movimento” alude a falta de união entre os representantes do Hip Hop de São Paulo que perde em representatividade com a desagregação de seus expoentes, portanto o projeto “Da quebrada pra estrada” visa incentivar a troca de experiências artísticas entre os grupos da região do Jabaquara com os demais grupos no território paulistano.


1.1.2 OBJETIVOS GERAIS
O projeto assume a responsabilidade pelo desenvolvimento e articulação de ações por meio de parcerias, de modo a viabilizar intervenções que garantam direitos fundamentais que reforcem processos de construção da cidadania em áreas de vulnerabilidade social, berço da cultura Hip Hop.




1.1.3 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Ao longo dos seis meses de duração do projeto, pretende-se mapear os grupos representantes dos quatro elementos do movimento Hip Hop distribuídos nas cinco regiões do município de São Paulo e formar uma rede, a partir do Jabaquara que articulará estes núcleos, a fim de produzir eventos nas zonas Norte, Leste, Oeste e Central, além de um evento de encerramento contando com convidados que representarão a diversidade do cenário paulistano, no Centro Cultural do Jabaquara. Todo o processo será documentado em DVD que posteriormente serão distribuídos nos principais aparelhos culturais do município. A documentação também se dará pela elaboração de cinco fanzines mostrando a evolução do pensamento do grupo elaborador do projeto frente à questão da desunião entre os elementos do Hip Hop na cidade de São Paulo.


1.1.4 PRODUTOS
O projeto resultará nos seguintes produtos:

· Eventos
Cinco serão os eventos resultantes do projeto, um em cada uma das regiões da cidade (Norte, Sul, Leste, Oeste e Centro), sendo o da Zona Sul o que reunirá representantes de todas as outras. Estes eventos contarão com oficinas de DJ, Graffiti, Break e Teatro, além de apresentações dos grupos núcleo do projeto e seus convidados. O projeto prevê o aluguel de equipamentos audiovisuais para sua elaboração.
· Fanzines
Com a participação do grupo de elaboração do JornalZine, na Cohab Taipas, zona Norte da cidade; visa a documentação das idéias desenvolvidas no projeto assim como a divulgação dos eventos, cujo conteúdo abordará a necessidade de união dentro do próprio movimento Hip Hop e da importância de cada elemento (Break, DJ, Graffiti e MC).
· DVD
Durante a realização do projeto “Família Nacional Coletivo” houve um grupo de pessoas capacitadas na captação, edição e finalização de imagens que serão responsáveis pela documentação de todo o processo, desde a formação da rede na cidade de São Paulo até os eventos resultantes de todo o processo.

1.1.5 METODOLOGIA
O projeto terá início a partir de sua aprovação pela reunião conjunta de todos os coordenadores no Centro Cultural Jabaquara onde todos apresentarão sua própria rede de relacionamentos do movimento Hip Hop na cidade. A partir desta lista o grupo começará a contatar as pessoas consideradas mais relevantes para o desenvolvimento das ações já divididas nas regiões de interesse, convidando os interessados para iniciarem as discussões sobre a forma de mobilização mais adequadas às características de cada área de interesse. Essas primeiras discussões visarão a agremiação de outros grupos, divididos por região, e pela determinação dos locais passíveis de abrigarem os eventos (associações comunitárias, centros culturais, ONG´s, etc.).
Paralelamente a este processo inicia-se o desenvolvimento dos fanzines, captação de imagens para o documentário e discussão da sistemática das oficinas.
As oficinas contemplarão a população em geral de cada região, com ênfase em crianças e adolescentes, com as seguintes atividades: Break, DJ, Graffiti e Teatro.
Os eventos contarão com a parceria junto a espaços difusores de cultura nas regiões pretendidas pelo projeto, cabendo ao projeto o fornecimento de equipamento de som locado para o desenvolvimento de todas as atividades e de material necessário ao desenvolvimento das atividades de Graffiti.
A elaboração do documentário contará com câmera locada para fins de captação das imagens, mão de obra oriunda das pessoas capacitadas pelo projeto “Família Nacional Coletivo” para coleta de imagens das reuniões de pré-produção, eventos e eventuais depoimentos de pessoas importantes ligadas ao movimento Hip Hop.




1.1.6 MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO
O monitoramento se dará pela elaboração de uma tabela demonstrativa dos indicadores de resultado e de processo, contemplando o planejamento de gastos, de atividades e de metas e objetivos, além do cadastro dos grupos envolvidos nas atividades de cada região será desenvolvido pelo grupo durante a fase de pré-produção.


1.1.7 PARCERIAS
Além do Centro Cultural Jabaquara e do Instituto Voz, o projeto buscará parcerias para viabilizar o projeto a fim de cortar custos que, embora previstos no orçamento, poderão ser realocados para o incremento das atividades.
As potencialidades de parceria serão determinadas de acordo com a penetração alcançada pelo projeto em cada uma das regiões abrangidas, visando à reunião de esforços ou recursos por meio de pessoas com interesses comuns.





1.1.8 SUSTENTABILIDADE
O projeto se mostra sustentável à medida que estimula as lideranças de cada região abrangida pelas propostas a trabalharem em conjunto e a fortalecerem laços para o desenvolvimento de novas propostas com a colaboração mútua.





1.1.9 DESENVOLVIMENTO E DURAÇÃO










09 / 09 / 2006* - Evento Zona Oeste
23 / 09 / 2006* - Evento Zona Norte
07 / 10 / 2006* - Evento Zona Leste
21 / 10 / 2006* - Evento Zona Central
04 / 11 / 2006* - Evento Zona Sul – Centro Cultural Jabaquara


1.2 CURRÍCULO COMPLETO DO PROPONENTE
Currículo - Guilherme Marin Pereira

Data de Nascimento:Estado Civil: 15/04/77Solteiro
Histórico Escolar

2002 – 1996 Escola Politécnica da Universidade de São Paulo
Curso de Engenharia Civil.
1994 – 1993 Forest Hills High School – Nova York, NY
Intercâmbio de um ano, com bolsa parcial pela AFS – American Field Service
1994 – 1984 1o e 2o Grau
Estudos concluídos em Ourinhos, SP

Capacitação em projetos

2004 Captação de recursos à cultura
Realização: Articulturade 28 de setembro a 2 de dezembro
2003 11a Conferência Latino-Americana de Mobilização de Recursos para o Terceiro Setor
Técnicas, perspectivas e desafios para a mobilização de recursos e seus profissionaisde 18 a 21 de setembro

Histórico Profissional

2006 – 2002 Arte educador em Teatro
Os processos de criação dos espetáculos desenvolvidos como ator incluem, em sua metodologia, a realização de oficinasOficinas em projetos sociais e centros culturais municipais para todas as faixas etárias
2005 – 2001 Banco Fibra S/A
Estágio-treinamento de dois anos em todas as áreas da instituiçãoTrainee direcionado para a área de Des. de ProdutosEfetivação com a criação de uma área de Des. de Produtos exclusiva para a tesouraria do banco
2005 Projeto – Coletivo Precário
Reunião de todos os grupos participantes no projeto Família Nacional Coletivo para apresentações e exposição da metodologia adotada no V Fórum Social Mundial em Porto Alegre
2004 Projeto – Família Nacional Coletivo
Oficinas de Teatro e apresentação do espetáculo “Ensaio sobre a solidão”
2003 Ciclo de palestras sobre Educação e Cidadania – Educafro
Duração: Um mês, com encontros semanaisCoordenação do projeto: Eduardo e Frei DaviSuscitar a discussão de jovens e adultos que almejam o ensino universitário para elaboração de propostas de ação da entidade
2003 Projeto – Visitação CCBB
Articulação entre Prefeitura Municipal, Centro Cultural Banco do Brasil e Cursinhos da PUC e do CRUSP para garantir público a visitações monitoradas no espaço do CCBB, com transporte da PMSP. Atualmente os Cursinhos têm atuação autônoma no agendamento e acompanhamento de visitas
2000 – 1996 Professor particular
Acompanhamento pedagógico para alunos do ensino médio
1995 – 1994 Escola FISK
Professor de inglês para adolescentes e adultos, nível básico e intermediário

Histórico no Teatro

2005 – 2003 Ensaio sobre a solidão, autoria própria
Produtor, assessor de imprensa, dramaturgo, diretor e atorPersonagens: Mano e AtorEspetáculo concebido para o Centro Cultural Jabaquara em fase de apresentações
2002 – 2001 Abaporu, criação coletiva
Produtor, assessor de imprensa, co-autor e atorPersonagem: AçougueiroEspetáculo realizado em espaço alternativo: Casa de Carnes Las Vegas, Bela Vista
2000 – 1999 Dois Perdidos numa Noite Suja, de Plínio Marcos
Produtor, assessor de imprensa e atorPersonagem: TonhoEspetáculo realizado em espaço alternativo: Teatro Orion, rua Aurora
1999 – 1998 Curso de Teatro – Escola Macunaíma
Curso incompleto. Duas montagens realizadas:Esta noite improvisa-se, de Luigi PirandelloMacunaíma, de Mario de Andrade

MOÇÃO DE URGÊNCIA

MOÇÃO DE URGÊNCIA

Prezados Vereadores:
Considerando que políticas públicas são ações, serviços, programas e projetos, desenvolvidos pela sociedade, voltadas às necessidades de vida de todos os seres humanos, sãos estes que têm o direito inalienável de pensar essas ações, propondo e construindo conjuntamente ao poder público – instância esta que tem sentido quando garante a existência do que o seu povo necessita. Atentamos, então, por meio desta, para o fato de que alguns projetos de lei sejam cuidadosamente discutidos no seu trâmite, junto ao poder que lhes compete, projetos já legitimados pela Juventude e por nós, o “Fórum Hip Hop e o Poder Público Municipal”, que os têm como importantes ações na consolidação da cidadania e de nosso futuro. Apesar disso, existem projetos de Lei que estão parados, embora tenham sido aprovados nas comissões, não entraram na pauta de votação para compor as discussões e projetos da Câmara Municipal de São Paulo.
Senhores Vereadores somos, parte da população da cidade de São Paulo, jovens que vivem em diversos bairros desta cidade, principalmente nas periferias, vivendo em comum. O Movimento Hip Hop, efetiva o encontro da arte e do ser humano em construção. Jovens que questionam suas condições de sobrevivência, a maioria das vezes precárias, e desassistidos pelo Poder Público (nos seus três níveis de governo – municipal, estadual e federal), no que se refere a nossos direitos básicos. Criamos assim, um espaço para nos valer a voz, em 2005, junto ao Poder Público Municipal, na sede da Coordenadoria da Juventude, um Fórum permanente que discute as necessidades desta população jovem e estabelece uma nova relação com o Poder Público como parceiros e interlocutores, realizando arte (através do Hip Hop) junto às Políticas de Juventude.
Os princípios que nos orientam - são eles: a difusão do Hip Hop, a elaboração de Políticas Públicas de Juventude, a inserção do Hip Hop como tema transversal da educação, o combate à discriminação de gênero, a organização de uma agenda do Hip Hop na cidade de São Paulo, o combate da discriminação racial, atuação contra a violência policial e geração de emprego e renda – são eixos fundamentais no direcionamento e organização do diálogo do Movimento Hip Hop com o Poder Público Municipal. E, justamente esse nosso trabalho está ligado diretamente à votação e aprovação dos projetos de leis que clamamos aqui para serem considerados. São projetos de lei importantes e urgentes para o processo que estamos construindo.
Projetos de lei que têm em comum o Movimento Hip Hop, que extrapola o âmbito cultural ao propor a arte como elemento intrínseco à construção de cidadãos.
1. PROJETO DE LEI 20/2005 – CÂMARA
da Veradora Soninha (PT)
“Institui, no Município de São Paulo, o Programa “Vamos Combinar”, voltado à prevenção da gravidez indesejada, de DST/AIDS, e dá outras proviências.
2. PROJETO DE LEI 378/2004 – CÂMARA
do Vereador Beto Custódio (PT)
“ Dispõe sobre a obrigatoriedade de implementação do “Plantão Jovem” em todas as unidades de saúde do município e dá outras providências.
3. PROJETO DE LEI 651/2005 – CÂMARA
do Vereador Juscelino Gadelha (PSDB)
"Institui no Município de São Paulo o dia do Hip Hop".
4. PROJETO DE LEI 422/04 – CÂMARA
do Vereador Carlos Giannazi (PT)
"Cria na cidade de São Paulo a CASA DO HIP HOP.
5. PROJETO DE LEI 609/2003 – CÂMARA
da Vereadora Claudete Alves (PT)
"AUTORIZA O PODER EXECUTIVO A CRIAR O "PROGRAMA HIP HOP É EDUCAÇÃO", NAS ESCOLAS DA REDE PÚBLICA NA CIDADE DE SÃO PAULO.
6. PROJETO DE LEI 763/03 – CÂMARA
da Vereadora Claudete Alves (PT)
"Cria a "Casa da Cultura Hip Hop - Malcom X" e dá outras providências.
7. PROJETO DE RESOLUÇÃO 8/05 – CÂMARA
da Vereadora Soninha (PT)
Institui o Prêmio "Sabotage", e dá outras providências.
Estas serão leis que possibilitarão ações, por meio de eventos culturais, infra-estrutura, memória, arte e educação e, a valorização da cultura, através do reconhecimento dos artistas, como temos em diversos movimentos, através de prêmios. São ações que não estão dissociadas entre si, pois, uma complementará a outra e serão parte constitutiva do Movimento Hip Hop de São Paulo (cidade que abriga a maior parte de jovens envolvidos com esse movimento no Brasil), possibilitando pela lei o direito à arte, lazer, memória, um lugar de encontro, educação, eventos, e reconhecimento. Com isso, urge o andamento destas leis à pauta de discussão dos projetos na Câmara Municipal.

LEIS REFERENTE AS PAUTAS DO MOVIMENTO

PROJETO DE LEI 651/2005

do Vereador Juscelino Gadelha (PSDB)

"Institui no Município de São Paulo o dia do "Hip Hop".

A Câmara Municipal decreta:

Art. 1º - Fica instituído no âmbito da Secretaria Municipal de Cultura, o dia do "hip hop", como evento a ser realizado no dia 21 de novembro.

Parágrafo Único: A semana ora instituída passará a fazer do Calendário Oficial de Eventos do Município de São Paulo.

Art. 2º - A data será comemorada anualmente, com reuniões, palestras, demonstrações e apresentações voltadas para "DJ's" (disc jocqueis), "B-boys", "Mc's" (mestre de cerimônias) e grafiteiros iniciantes ou profissionais, para críticos da arte, sendo realizado ainda um grande "show" aberto ao público.

Art. 3º - As despesas com a execução da presente Lei correrão por conta das dotações orçamentárias próprias, suplementadas se necessário.

Art. 4º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

Sala das Sessões, Às Comissões competentes".


PROJETO DE LEI 659/05

do Vereador Juscelino Gadelha (PSDB)

"Institui no Município de São Paulo o dia do "Hip Hop".

A Câmara Municipal decreta:

Art. 1º - Fica instituído no âmbito da Secretaria Municipal de Cultura, o dia do "hip hop", como evento a ser realizado no dia 21 de novembro.

Parágrafo Único: O dia ora instituído, passará a fazer parte do Calendário Oficial de Eventos do Município de São Paulo.

Art. 2º - A data será comemorada anualmente, com reuniões, palestras, demonstrações e apresentações voltadas para "DJ's"( disc jocqueis), "B-boys", "Mc's" (mestre de cerimônias) e grafiteiros iniciantes ou profissionais, para críticos da arte, sendo realizado ainda um grande "show" aberto ao público.

Art. 3º - As despesas com a execução da presente Lei correrão por conta das dotações orçamentárias próprias, suplementadas se necessário.

Art. 4º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

Sala das Sessões. Às Comissões competentes."



PROJETO DE LEI 766/03 - CAMARA da Vereadora Claudete Alves (PT)

"Institui a Semana do Hip Hop nos Órgãos Oficiais do Município de São Paulo.

A CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO DECRETA:

"Art. 1º - Passa a fazer parte do calendário de comemorações oficiais nos órgãos públicos municipais a "Semana do Hip Hop" a qual deverá ocorrer na segunda quinzena do mês de março de cada ano, na semana em que incidir o dia 21 de março quando se comemora o "Dia Internacional de Luta Contra a Discriminação Racial.

§1º - As comemorações referidas no "caput" deste artigo deverão abranger representantes do movimento Hip Hop, através dos seus quatro elementos Break, Graffit,Dj e Bboys,ativistas de organizações não governamentais que desenvolvem trabalhos sociais voltados a combater o racismo, alunos da rede municipal de ensino e compreenderão entre outros, atividades culturais que divulguem o Hip Hop, bem como atividades que desenvolvam a compreensão sobre o papel da juventude afro- brasileira e da periferia, rompendo preconceitos e idéias estereotipadas.

§ 2º - O disposto no parágrafo anterior poderá ser extensivo aos usuários dos órgãos da Administração Municipal.

Art. 2º - A preparação das atividades desta Semana deverá ser feita conjuntamente com o poder executivo, legislativo, representantes do movimento Hip Hop e com todos as organizações não governamentais do Município, que tratam a luta anti-racismo.

Art. 3º - As despesas decorrentes da presente Lei correrão por conta dos recursos orçamentários próprios.

Art. 4º - Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação.

Art. 5º - Ficam revogadas as disposições em contrário.

Às Comissões competentes."




PROJETO DE RESOLUÇÃO 8/05 - CAMARA da Vereadora Soninha (PT)

"Institui o Prêmio "Sabotage", e dá outras providências.

A Câmara Municipal de São Paulo RESOLVE:

Art. 1º. Fica instituído o Prêmio "Sabotage", que será entregue, anualmente, na semana que inclui o dia 21 de março, durante a Semana do Hip Hop, instituída pela Lei nº 13.924, de 22 de novembro de 2004, em Sessão Solene a ser realizada na Câmara Municipal de São Paulo, especialmente convocada para este fim.

Art. 2º. Farão jus ao Prêmio "Sabotage" pessoas que tenham se destacado na cenário do Hip Hop, nas seguintes categorias:

I - Melhor Disk Jockey (DJ);

II - Melhor Mestre de Cerimônia (MC);

III - Melhor Grafiteiro;

IV - Melhor dançarino (Break Boy);

Art. 3º. Consiste a honraria instituída por esta Resolução na entrega dos seguintes prêmios:

I - "Salva de Prata";

II - divulgação, por todos os meios disponíveis, dos trabalhos desenvolvidos pelos premiados;

III - prêmio em pecúnia.

Parágrafo único. A Câmara Municipal de São Paulo poderá firmar convênio e buscar parcerias e patrocínios para concessão do prêmio previsto nos incisos II e III do caput deste artigo.

Art. 4º. A escolha dos premiados será feita por Comissão Julgadora, composta por cinco pessoas com notório saber sobre as quatro categorias contempladas pelo Prêmio "Sabotage", indicadas pela Comissão Extraordinária de Juventude da Câmara Municipal de São Paulo.

Art. 5º. A Mesa expedirá as normas necessárias à regulamentação da presente resolução.

Art. 6º. As despesas decorrentes da execução desta resolução correrão por conta de dotações orçamentárias próprias, suplementadas, se necessário.

Art. 7º - Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

Sala das Sessões, em Às Comissões competentes."

LEI 13.924 DE 22 DE NOVEMBRO DE 2004

(PROJETO DE LEI 766/03)

(VEREADORA CLAUDETE ALVES - PT)

Institui a Semana do Hip Hop no Município de São Paulo, a ser comemorada, anualmente, na segunda quinzena do mês de março, e dá outras providências.

Arselino Tatto, Presidente da Câmara Municipal de São Paulo, faz saber que a Câmara Municipal de São Paulo, de acordo com o § 7º do artigo 42 da Lei Orgânica do Município de São Paulo, promulga a seguinte lei:

Art. 1º Fica instituída no Município de São Paulo a Semana do Hip Hop, a ser comemorada, anualmente, na segunda quinzena do mês de março, incluindo obrigatoriamente o dia 21 de março, quando se comemora o Dia Internacional de Luta Contra a Discriminação Racial.

§ 1º A Semana ora instituída passará a fazer parte do Calendário Oficial de Eventos do Município de São Paulo.

§ 2º As comemorações referidas no art. 1º desta lei deverão abranger representantes do movimento Hip Hop, através dos seus quatro elementos: o Break, o Graffit, o DJ e o Bboys; ativistas de organizações não-governamentais que desenvolvam trabalhos sociais voltados para o combate ao racismo; e alunos da rede municipal de ensino, podendo ser estendidas aos demais munícipes, compreendendo, entre outras, atividades culturais que divulguem o Hip Hop e que desenvolvam a compreensão sobre o papel da juventude afro-brasileira e da periferia, rompendo preconceitos e idéias estereotipadas.

Art. 2º Os Poderes Executivo e Legislativo envidarão esforços no sentido de colaborar com os representantes do Movimento Hip Hop e organizações não-governamentais que tratam da luta anti-racismo, na organização e realização das atividades que compõem a Semana.

Art. 3º As despesas decorrentes da execução desta lei correrão por conta das dotações orçamentárias próprias, suplementadas se necessário.

Art 4º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

Câmara Municipal de São Paulo, 24 de novembro de 2004.

O Presidente, Arselino Tatto

Publicada na Secretaria Geral Parlamentar da Câmara Municipal de São Paulo, em 24 de novembro de 2004.

A Secretária Geral Parlamentar Substituta, Ângela Bordin Andreoni